Blog de intimidades de uma garota de programa… para relacionamento sério.

Amante Profissional

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Notícia: o meu livro, «Alugo o Meu Corpo», publicado em Portugal pela Dom Quixote em 2007, chegou ao Brasil pela Editora Planeta. COMPRE AQUI.



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outubro 10th, 2008 at 9:06 pm

Quando o sexo acontece…

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| 12

Olha, foi lindo… Lindo, lindo, lindo…

Estive com um dos meus amantes hoje. Um amante-amigo nota 10, nota 100, nota 1000. Fazia já algum tempo que a gente não se via. Grande pontaria que ele tem… Havia um bom tempo que a gente não se via - justificavelmente - e, quando ele me liga… a disponibilidade dele era exactamente para um dia em que eu estaria no período.

É verdade que eu não me canso de olhar para aquele rosto lindo que ele tem. É verdade que ele é um homem culto, que conversa bem, tem assuntos sempre interessantíssimos. É verdade que eu podia passar horas e mais horas, só olhando para a cara dele, ia ser maravilhoso também. Entretanto, depois de todo esse tempo que não nos vemos, eu iria me encontrar com ele sem poder fazer mais nada?

Ok., se fosse um homem com quem eu nunca tivesse feito sexo, tudo bem… Afinal eu não saberia como é, tudo o que eu poderia saber seria o que ditasse o imaginário, e eu podia tentar me convencer que o imaginário me enganava…

Mas sabendo exactamente como é, sabendo a delícia que ele é… Ia ficar só olhando?

É o mesmo que matar a saudade de alguém pela webcam, sem poder tocar e abraçar. Ok, eu poderia tocar e abraçar, ele poderia me tocar e me abraçar, mas já fizemos tantas coisas além disso antes…

Quando você tem fome, comer pelo cheiro só aumenta a sua fome.

… E eu não queria ter um manjar dos deuses à minha frente e ser obrigada a estar de dieta.

Eu até fiz as contas com a cartela da minha pílula enquanto falava com ele ao telefone. Não tinha jeito, ia estar mesmo menstruada naquela data.

Aí, enfim, nos encontramos hoje.

Foi lindo. Lindo e louco.

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outubro 10th, 2008 at 12:47 am

Eu sou a favor do casamento homossexual

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| 28

Já falei sobre isso aqui diversas vezes, mas porque voltou o tema, volto também a repetir: eu sou a favor do casamento homossexual.

As coisas para mim são bastante simples: para duas pessoas se casarem, não é necessário uma ser homem e a outra ser mulher. Só precisam se amar. Apenas isso.

Não importa se é homem com mulher, homem com homem ou mulher com mulher. O que importa é que se amem, só isso. Um “só isso” que não é pouco, mas para mim o fundamental, o que deve ser o mais importante. O resto, havendo amor, é apenas resto.

Entretanto, lá fora, vejo que parece mais importante que seja homem com mulher do que haver amor entre eles.

Se concordo que a base de um casamento é o amor, se não concordasse com o casamento entre homossexuais estaria dizendo, tão simples como isso, que só os heterossexuais têm capacidade de amar.

E tipo… É meio estúpido uma pessoa falar dos sentimentos dos outros. É meio estúpido você achar que a sua capacidade de amar é maior que a das outras pessoas.

Pes-so-as, entendeu?

Adopção de crianças? Também sou a favor da adopção de crianças por homossexuais. Porque para mim é o mesmo princípio: o amor. E criança precisa é de amor, independente se o casal é hetero ou homo.

Aberração? Fim da espécie? Peraí, eu sou a favor da liberdade e do amor.

Não é por haver casamentos entre homossexuais que de repente todo mundo vai virar homossexual. Além do mais, fazer filho é fácil - hoje já nem é necessário haver um homem e uma mulher, já nem é necessário fazer sexo para fazer filho… - o difícil é criar, é educar, é dar amor incondicionalmente para aquela criança.

O que é mais importante? Uma criança ter um pai e uma mãe, homem e mulher, ou ser amada?

Não é por um ser homem e o outro ser mulher que o casamento será mais respeitado, ou que terá mais amor. Não é por um ser homem e o outro mulher que uma criança vai ser mais ou menos amada.

O mau exemplo que será para uma criança ser filha de pessoas do mesmo sexo? Mau exemplo é violência, hipocrisia, abandono, miséria… O amor não, o amor nunca é mau exemplo.

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Os meus amigos

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Sim, conforme também aqui já disse, tenho muitos amigos homossexuais. Mas não escolhi meus amigos por serem homo, hetero ou bis. São meus amigos e pronto, adoro-os, e não é em função da sexualidade deles que vou amá-los mais ou menos. Da mesma forma, um amigo meu que seja homossexual, não iria me amar mais ou menos se ele fosse bi ou hetero ou se eu fosse homo ou hetero. Cara, não tem nada a ver.

Eu tenho uma grande amiga de infância, ela é heterossexual. Eu detesto o marido dela e o marido dela me detesta. Ele não gosta de mim porque considera as minhas ideias muito libertárias - traduzindo: ele me acha uma puta, e nem sabe da minha actividade -, eu não gosto dele porque ele é safado e galinha, chifra e maltrata a minha amiga. Eu queria algo melhor para ela sim, é verdade, porque eu quero que ela seja a pessoa mais feliz do mundo. Mas eu também sei que não posso forçá-la a ficar com outra pessoa ou amar outra pessoa. Aceito, claro, não é da minha conta. Mesmo querendo todo o bem do mundo para ela, isso já é algo que realmente não me compete. Ele acha que eu fico fazendo a cabeça dela para que o abandone. Na verdade, nunca nem falei nisso. Eu só pergunto: você está feliz? Para mim, ela estar feliz é o que me importa. Eu sempre estarei do lado dela, independente da decisão que tome. Se eu gosto menos dela ou ela menos de mim porque afinal eu e o marido dela nos detestamos? Não, claro que não. Não é o facto de ela ter um relacionamento com ele que vai reduzir a amizade que tenho por ela e a amizade que ela tem por mim.

Conheço um casal que vive junto pelo menos há mais de 20 anos. Quer dizer, viviam, porque um faleceu há poucos anos, morte natural, velhice mesmo (necessário esclarecer porque, afinal, há quem pense que homossexual só morre de SIDA. Aliás, este é um dos grandes preconceitos, caracterizar a SIDA como “doença de homossexuais”, quando não é, quando o número de heterossexuais infectados pelo HIV é imenso, e não pára de crescer. E outro preconceito é pensar que, entre homossexuais, só há uma relação de sexo, mas nunca uma relação de amor.) Conheci-os já depois dos 18, ou seja, nesse tempo eles já tinham, de tempo de união, mais do que aquilo que eu tinha de idade. Eles adoravam poder adoptar um filho juntos, e uma vez estavam me falando sobre isso. E eu falei com eles, muito sinceramente: eu teria o maior orgulho de ser filha deles. O único problema que acho que ia ter se fosse filha deles? O mundo lá fora. Não, eu não teria a mínima vergonha, mas o problema - digo, o meu problema, porque me conheço - era ter que ficar brigando o tempo todo com o mundo lá fora, brigando para não maltratarem as pessoas que amo. Não ia amá-los mais ou menos em função de o mundo parecer contra eles… mas que isso ia ser complicado… Sim, eu sei que seria.

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A liberdade

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Falei recentemente sobre esse assunto no blog. Ninguém pode apontar um dedo e te dizer: case-se com este e com aquela. Muito menos ainda impor: ame este ou aquela. Ninguém manda nos sentimentos de ninguém. O problema, na verdade, e´acharem que sim, que podem mandar na vida e nos sentimentos alheios.

Sou a favor da liberdade e do amor. Por isso, completamente contra a homofobia, bifobia, transfobia, etc.

Pes-so-as.

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O Presidente Lula

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Estava mesmo por esses dias lendo lá no blog do Alex (Castro) sobre as palavras do Presidente do Brasil:

«Temos que parar com hipocrisia, porque a gente sabe que existe. Tem homem morando com homem, mulher morando com mulher e muitas vezes vivem bem, de forma extraordinária. Constroem uma vida junto, trabalham juntos e por isso eu sou favorável. Uma coisa que me cala profundamente é porque os políticos que são contra não recusam os votos deles, porque o Estado brasileiro não recusa os imposto de renda que eles pagam? O importante é que sejam cidadãos brasileiros, respeitem a Constituição e cumpram com seu compromisso com a nação. O resto é problema deles e eu sou defensor da união civil.»

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A hipocrisia

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Ele está certo, é a maior hipocrisia. Mas fiquei pensando também numa outra coisa, numa outra hipocrisia: o problema é que, na hora de falar de homossexualidade, um montão de gente vem com papinho de politicamente correcto, só para não ser chamado de homofóbico ou preconceituoso. Mas na hora do “vamos ver” mesmo, na hora de reconhecerem o direito dos homossexuais, o direito de terem liberdade e de amarem e serem felizes, o direito enquanto pessoas… aí a gente sempre vê no que dá…

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outubro 10th, 2008 at 12:01 am

Pausa por um dia no tema

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| 18

Vou fazer uma pausa por um dia no tema actual aqui do blog - Quando um namorado quer ser teu chulo - apenas para não cansá-los com o mesmo assunto. Enquanto isso, vou escrevendo o resto da série. Falando a verdade, até agora já publiquei até a parte 3.4, A abordagem, mas neste momento, digo, no momento da escrita, estou na parte 3.11.

Depois de um dia de pausa, continuo a publicar os posts aqui. Gosto de deixá-los programados, porque assim vou organizando também as ideias e fazendo, quando possível, um programa de publicações para o blog. Além disso, vou tentando organizar o meu tempo também.

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outubro 9th, 2008 at 7:18 pm

Tudo bem já

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| 22

Maravilha, já estou sem o curativo, tudo funcionando normalmente.

Olhando bem… Sei lá, não gostei tanto dessa correcção que ela fez não. Tipo, olhando por um ângulo gosto, olhando por outro ângulo não. Quando ela tirou o curativo, eu olhei só de frente, queria sair correndo dali o mais rápido possível.

Sei lá… Me arrancou tanto sangue para isso? Me cortou tanto para isso?

Mas não ficou assim tão ruim. Só não ficou como estava antes, aí eu não me reconheci, afinal há mais de 20 anos me conhecia daquela outra forma.

Mas agora pronto, já está tudo normal. Diferente do que estava antes, mas pelo menos normal.

Eu não queria ficar melhor do que estava antes. Eu só queria ficar como já era antes. A questão é que… bem, nem tenho como culpá-la. Ela me conhece há poucas semanas, eu me conheço há mais de 20 anos. E eu não podia ficar dando indicações “corta mais aqui, agora põe mais ali” enquanto ela me sangrava toda.

Mas não ficou ruim não, é questão de hábito. Melhor do que era? Não, ficou não, ficou pior, mas a gente não pode querer tudo. Ficou pior sim, mas não exactamente péssimo. Antes isso do que nada.

Então eu não estava atendendo por esses dias por causa disso, do curativo. Primeiro porque não podia perder o curativo - e a probabilidade de ele sair seria grande - e em segundo lugar porque o curativo era mesmo feio. Tipo Frankenstein. É, assustador.

Mas pronto, tudo normal agora. Diferente, por não estar igual. Estranho, mas não exactamente esquisito. Ok, diferente e estranho, mas normal, e isso já é melhor do que nada.

Há certos momentos da vida em que, para fazer algo novo, temos que nos despedir das velhas.

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outubro 9th, 2008 at 12:00 pm

Os namorados das garotas de programa - 3 - O perfil dos aspirantes a chulos - 3.4 - A abordagem

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« Perfil: 3.3: Perspicazes, inteligentes e manipuladores | Perfil: 3.2: O que eles pensam do alvo | Perfil: 3.1: Os alvos | Os perigos de um relacionamento | Quando um namorado quer ser teu chulo

Antes uma nota: para quem está no Brasil e não conhece a expressão “chulo”, corresponde a “cafetão”.

Há quem defenda que essas palavras - chulo ou cafetão - não devem ser utilizadas, porque significam uma marginalização, assim como há a marginalização da garota de programa ou acompanhante que é chamada de prostituta ou de puta.

Coisa da nossa sociedade moderna, que hoje acha “o máximo” uma mulher ser garota de programa. Desculpe, é apenas a minha opinião, e eu penso assim: uma coisa é uma pessoa compreender o facto de eu ser garota de programa ou acompanhante, uma coisa é uma pessoa não me discriminar por causa disso, uma coisa é alguém enfim compreender que, independente da actividade que eu exerça, não terei maior ou menor valor enquanto pessoa em função da minha actividade. Sim, humano, justo, digno.

Mas outra coisa, bem diferente, é alguém “achar o máximo” eu ser garota de programa ou acompanhante, e achar que é “uma profissão como qualquer outra”, porque não é.

(É o que eu digo: primeiro pense nas suas mães, esposas ou filhas se tornando garotas de programa, depois me diga o que pensa… Um dia estava falando com um homem sobre isso, e ele defendendo que não, que hoje é bem normal ser acompanhante ou garota de programa. Aí eu falei com ele: “Sejamos hipócritas, mas nem tanto! Você gostaria que a sua esposa, sua mãe ou sua filha fossem garotas de programa? Você ia achar completamente normal que elas fossem garotas de programa? ” Ele ficou calado, como é óbvio. )

E o que eu acho é isso. Que essa sociedade moderna que “acha o máximo” ser acompanhante ou garota de programa quer também mostrar que é “o máximo” um homem explorar uma mulher. Isso vale pelo lado contrário também, não sou sexista. Porque veja bem: uma coisa é um homem - ou mulher - ir se encontrar com um(a) acompanhante ou garota(o) de programa. Há um acordo e a pessoa quando procura aceita esse acordo. Outra coisa é uma pessoa se relacionar contigo e usar de vários subterfúgios - que você não conhece - para conseguir o que pretende, inclusive coisas envolvendo emoções e fragilidades. Por enquanto, como disse, estou falando dos aspirantes a namorados-chulos, que claro, é algo que critico claramente. Mas também critico, por exemplo, uma mulher que se casa com um homem ou se relaciona com um homem a troca de interesses - financeiro, estabilidade, etc., ou seja, quando o vínculo da relação não é o amor - quando este não saiba disso.

Ou seja, o que estou dizendo aqui é que não vejo problema algum em uma pessoa contribuir financeiramente com a outra. Desde que o jogo esteja na mesa. Desde que tudo esteja muito claro para ambos. A pessoa concorda ou discorda, e se discorda pula fora, ou nunca procura uma coisa dessas, simples. O que estou criticando, e apenas isso, é a manipulação, as mentiras, envolver uma pessoa numa mentira para atingir um fim. Não critico mais o namorado-chulo que a mulher-golpista, eles estão juntos na margem de um outro rio que não é o meu. A questão é que, havendo uma relação entre seres humanos, é necessário um mínimo de honestidade e de respeito pelo outro.

E é por isso, justamente por isso, que não deixo de usar a palavra chulo ou cafetão. Me desculpem as campanhas, mas eu não acho “normalzinho”, “legalzinho” ou “o máximo” uma pessoa explorar a outra…

Esclarecido esse ponto, avancemos:

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A abordagem

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Não há uma abordagem padronizada. Ele vai estudar você antes de saber como avançar para o que pretende. Não pense que o aspirante a namorado-chulo será aquele que logo vai te pedir dinheiro. Não, pelo contrário, ele quase vai fazer com que você dê esse dinheiro por livre vontade, ou que pareça - para ele - que deu esse dinheiro de livre vontade. Primeiro, acima de tudo, ele vai fazer você confiar nele. Ele será capaz, inclusive, de “investir” em você. Por exemplo, se após te estudar ele acreditar que você é uma pessoa deslumbrada, ele vai te levar a lugares que você possa considerar chiques, que possa te fazer acreditar que ele é um homem fino e elegante. Ele vai adorar fazer isso, porque vai adorar fazer um esperto de bobo. Porque na cabeça dele você vai ficar toda encantadinha achando que vai fazê-lo de tonto, mas quem vai te fazer de tonta é ele. Tipo, ele acredita que você vai ficar deslumbrada com a “luxeza”, com o à vontade dele, acreditar que ele tem posses, pensar em “dar um golpe” nele, mas quem vai dar o golpe será ele.

Lembre-se de uma coisa: o aspirante a namorado-chulo acha que as garotas de programa e acompanhantes, todas, sem excepção, são interesseiras. Então, para ele te “conquistar”, ele não vai te conquistar se fazendo de pobre, porque acha que você nem ia olhar para a cara dele se soubesse que ele é pobre. Ele acha que você está na actividade e que este é o seu pecado, e que você gosta desse pecado, logo não está nisso para fazer caridade.

Isso não quer dizer que não haja nenhum aspirante a namorado-chulo com “ar de pobre”. Mas a probabilidade é muito pequena, justamente em função do que ele pensa de ti em função da sua actividade.

Neste aspecto, o que pode acontecer é de, ao começar uma relação normal contigo, um homem de repente ficar encantado e com inveja do que ele pensa que você ganha, e aí sim, começar a te explorar, sendo ele mesmo. Sim, pode acontecer, e acontece muito. Mas no caso que estou falando acima, é daqueles que já se aproximam com a intenção de te explorar.

Esse post faz parte de uma série e terá continuação… No próximo post dessa série falarei sobre a vaidade…

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