Blog de intimidades de uma garota de programa.

Amante Profissional

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May 12th, 2008 at 5:18 am

Massagem prostática??? (6)

Agora voltando à denominada ‘massagem prostática’, apenas para finalizar…

No que diz respeito à “masturbação prostática” - chamo assim porque, como só um é tocado para chegar ao prazer sexual, para mim é masturbação - não me importo nada em fazê-la e até acho divertido quando já há uma intimidade com um cliente. (Atendimento raro, explicações mais abaixo).

A questão é que muita gente procura pelo ’serviço’ sem querer essa intimidade, até inclusive em função dos preconceitos que têm. Não querem fazer com alguém com quem tenham intimidade, mas fazer com uma pessoa completamente desconhecida e que inclusive não tenha o mínimo valor para eles, justamente por vergonha e preconceito.

(Por isso que eu, que prezo pela humanidade, pelo contacto enquanto seres humanos, pela relação que se constrói, apesar de ter uma boa percentagem de homens com quem pratico a simulação masculina - homens já amadurecidos quanto a isso - acabo recusando muitos atendimentos que possam envolver algum contacto com o ânus masculino, até porque sei que muitos estarão procurando apenas por uma desconhecida, alguém com quem não têm nem pretendem ter algum tipo de intimidade - novamente não estou falando de sexo ou apenas de sexo - mas apenas alguém para ‘realizar o serviço’).

Essa tal ‘massagem prostática’ é muito diferente da simulação masculina - o objectivo, quando se penetra o ânus, é tocar perto da zona da próstata, e apenas o homem é tocado, é um atendimento onde é até desnecessário a mulher tirar a roupa, enquanto na simulação masculina há troca de papéis, ou seja, vou penetrar um homem da mesma forma que ele me penetraria ou que um homem lhe penetraria - mas o princípio é o mesmo: um homem não é gay - ou não apenas por isso será gay - por sentir excitação no ânus, até porque é uma zona muito sensível.

A questão é que, se atendo alguém que está cheio de preconceito e de vergonha, e que por isso não quer criar essa intimidade, por isso quer que eu apenas seja uma desconhecida por quem ele não terá o mínimo afecto - serei apenas alguém para ‘fazer o serviço’ - simplesmente já não há fundamento algum receber essa pessoa se ela já está tão cheia de bloqueios. (Bloqueios estes que inclusive podem impedi-la de se entregar ao prazer).

É o mesmo que fazer sexo com uma pessoa que se sente culpada por fazer sexo ou que tenha vergonha de fazer sexo. Sexo com culpa ou com vergonha não é bom sexo.

Essa “massagem prostática” - digo entre aspas por não concordar com a definição idêntica àquela do urologista quando não sou urologista e nem o cliente vem me encontrar para fazer um exame, eu nem tenho um microscópio, risos - é feita nas coxas e no rabo, depois chega ao ânus (externa e internamente) e a melhor posição é o homem de quatro - porque assim é mais fácil para ‘tocar’ a próstata. (Uma observação: já repararam que há vibradores e dildos com uma curva na ponta? São vibradores específicos para explorar o “ponto g” masculino).

A questão é que, para um homem que está cheio de preconceitos e vergonha, até o facto de ficar de quatro para uma mulher lhe intimida.

Outro problema inclusive na procura por essa tal ‘massagem prostática’ é a falta de cuidados. Como não encaram como uma relação sexual, muita gente acaba se descuidando no que diz respeito às dsts e inclusive no que diz respeito à higiene. Há quem esqueça por exemplo de colocar o preservativo no dedo ou então uma luva de latex - descartável, não pode ser reutilizada, não pensem que é só lavar, objectos íntimos não podem ser utilizados por outras pessoas - algo necessário até porque as unhas podem feri-lo internamente. Há quem esqueça por exemplo que o ânus é um local que não produz lubrificação naturalmente, e que por isso o lubrificante é indispensável.

Por causa da vergonha e do preconceito os homens que procuram tanto pela tal “massagem prostática” quanto pela simulação masculina - nem todos, mas aqueles que ainda não estão amadurecidos, muitos - não se fidelizam a uma só acompanhante ou a um grupo pequeno de acompanhantes, estão sempre procurando novas desconhecidas que façam esse serviço porque não querem sentir essa ‘vergonha’. (Vocês pensam que um cliente não sente vergonha com uma acompanhante? Sente sim, principalmente se for a mesma acompanhante, porque deixam de ser desconhecidos, ou seja, ao invés de ele sentir mais confiança nela acontece muitas vezes o contrário nesse caso específico). E como o grupo de mulheres que os atendem é maior, nunca é possível saber se tomaram todos os cuidados. O facto de não se “fidelizar” não quer dizer que o cliente não volte; quer dizer que ele não vai voltar sempre na mesma acompanhante, fazendo uma espécie de “rodízio”, até porque a vergonha que alguns sentem não é apenas do acto em si, mas também da frequência e do medo de que essa frequência seja considerada uma “dependência”, como se fosse algo muito feio ou um vício ruim. Lembra que contei que já trabalhei como loira e morena ao mesmo tempo? Já atendi o mesmo homem como loira e como morena, e tanto para a loira quanto para a morena ele me disse que era a sua primeira vez, isso sem falar naqueles que sei que visitam colegas minhas.

Não é possível trazer um sentimento novo para o sexo quando uma pessoa está presa aos velhos conceitos.

Pode consultar todos os posts sobre esse tema clicando na etiqueta massagem prostática.

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May 12th, 2008 at 3:53 am

Massagem prostática? (5)

Certamente já ouviram falar de uma massagem chamada reflexologia podal, uma massagem que eu aliás adoro porque leva em consideração corpo, mente e espírito, porque entende que estão todos inter-ligados. Por vezes pode ser uma massagem dolorosa, o que não quer dizer que seja regra, depende do funcionamento do seu corpo.

Dando uma explicação muito rápida - um dia se quiserem falo de forma mais detalhada - e tentando ser simples: na reflexologia podal as massagens são feitas nas mãos e nos pés, onde cada local ou ponto está relacionado ou reflecte órgãos do corpo. Uma massagem na ponta dos dedos por exemplo (mãos ou pés) tratam cérebro e seios nasais.

E há, claro, pontos que reflectem a próstata. Na palma da mão direita por exemplo esse ponto fica mesmo no início do pulso, do lado direito - na palma esquerda do lado esquerdo - e nos pés fica um pouco abaixo do calcanhar (esse ponto trata próstata ou útero).

Mas um aspirante a cliente que pede pela tal ‘massagem prostática’ não está procurando, risos, por uma massagem no pé…

E eu consigo, risos, até imaginar a cara de decepção de um homem a chegar aqui já arrancando as calças quando ver que estou demorando muito ali na massagem do seu pé, achando que enfim vou subir e chegar ao seu pénis ou ao seu ânus…

E eu não vou me importar com o facto de ele tirar as calças, não vou achar nada anormal, primeiro porque, apesar de só ser necessário tirar os sapatos e as meias, as calças podem não ser confortáveis e o conforto é regra na massagem, segundo porque não é novidade nenhuma para mim ver um homem sem calças.

Consigo imaginá-lo a receber a massagem sem reclamar, achando que uma hora chego enfim lá onde ele quer, talvez até considerando que essa massagem no pé é como os preliminares no sexo - uma hora vai acabar e chegarei logo onde ele realmente quer - talvez já esteja ansioso, achando que faço aquela massagem no seu pé para depois não haver muito tempo para o prazer dele…

Ele não está procurando por uma melhoria no seu corpo e consequentemente uma melhoria na sua vida sexual. Ele procura apenas pelo prazer imediato, por algo a curto, não a longo prazo.

Por isso os aspirantes a clientes precisam ser mais específicos ao telefone, caso não queiram ganhar uma massagem no pé…

Esse post terá continuação. Pode consultar todos os posts sobre esse tema clicando na etiqueta massagem prostática. Para posts sobre reflexologia podal consulte a etiqueta reflexologia podal.

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May 12th, 2008 at 2:29 am

Massagem prostática??? (4)

« Parte 3

Uma acompanhante, conforme inúmeras vezes disse aqui, faz companhia. Ou seja, o único acordo é o seu tempo, não os seus serviços. O que fazem ou não será de livre vontade dos adultos envolvidos. Mas quando um aspirante a cliente liga pedindo por um determinado tipo de serviço uma coisa está certa: ele está procurando apenas por aquele ’serviço’, não pela sua companhia. Está, inclusive, confiante de que aquele ’serviço’ será feito, e em causa estará apenas o seu prazer e a sua satisfação.

Conforme também disse várias vezes, a intimidade é algo que vai acontecendo aos poucos entre as pessoas. Até o corpo do outro, mesmo despido, tem os seus mistérios e segredos, ou seja, se até para descobrir um corpo leva o seu tempo, imagine então para chegar à intimidade (intimidade num sentido mais amplo, não estou falando de sexo ou só de sexo). Há certos pedidos que por exemplo posso recusar nos primeiros encontros e que posso resolver - por livre vontade - atendê-los mais para o futuro, futuro este que não tem data certa, depende sempre do grau de intimidade, do envolvimento, do à vontade.

Hoje há, inclusive em Lisboa, espaços e profissionais dedicados apenas à ‘massagem prostática’. Inclusive tenho conhecimento sobre pessoas que pretendem explorar esse “mercado”, ou seja, criar “clínicas de massagens para homens” onde são feitas, basicamente, massagens nos órgãos sexuais com o fim de levar ao prazer e/ou à ejaculação, sem que, entre clientes e “massagistas” haja uma relação sexual (melhor dizendo, não haja uma relação sexual para aqueles cujo conceito de relação sexual seja penetração-pénis-vagina ou pénis-ânus).

Acho sim muito positivo em termos de prazer. Acho que é sim, para o homem, um prazer diferente receber uma massagem nos órgãos sexuais. E sim, também gosto de fazer esse tipo de massagem, é algo muito estimulante também para mim.

Entretanto, se um homem me procura apenas pelo “serviço”… quebra com toda a humanidade que para mim é necessária enquanto amante profissional.

Mas não me considero “massagista” - apesar de ser massagista por profissão - se uma pessoa me contacta apenas com a finalidade de receber uma massagem nos órgãos sexuais, justamente porque sei que nos gabinetes de massagem não são feitas massagens nos órgãos sexuais, justamente por saber que nos cursos de massagem terapêutica não ensinam massagens nos órgãos sexuais - apesar de ensinarem massagens que os tratam e estimulam.

Conforme cheguei a dizer no blog dos clientes nos capítulos que dedico à massagem, as massagens terapêuticas podem sim conduzir uma pessoa ao prazer sexual - cada corpo tem um tipo de sensibilidade ao toque - e muitas vezes o massagista até vai estar preparado para isso. Mas se acontecer não será esta a sua intenção, ele não vai tocar no corpo de alguém para ela gozar, sendo bem clara.

Mas no que diz respeito a espaços e profissionais que se dedicam apenas à massagem nos órgãos sexuais a intenção é clara: levar ao prazer sexual e/ou ejaculação.

E não é isto que também faz uma prostituta? A diferença, apenas, é de que o cliente não vai te tocar e que a prostituta usará mais do que as mãos, mas o objectivo continua sendo o mesmo.

Esse post terá continuação. Pode consultar todos os posts sobre esse tema clicando na etiqueta massagem prostática.

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May 12th, 2008 at 1:34 am

Massagem prostática??? (3)

Agora sem brincadeira… É possível sim fazer uma ‘massagem na próstata’ - ou o toque e estimulação, prefiro dizer assim, porque a palavra “massagem” envolve vários tipos de manobras que, venhamos e convenhamos, não dá para fazer por exemplo dentro do ânus de alguém - o que estou dizendo é que nem toda acompanhante irá fazê-la ou que um massagista - apenas por ser massagista - não irá fazê-la.

O que estou dizendo - principalmente - é que nenhum curso de massagem ensina a ‘massagem prostática’, que não é considerada uma massagem terapêutica - apesar de ter fins terapêuticos (considerando que o sexo e o prazer não deixam de ser uma forma de terapia).

Então sobre o que contei por exemplo no primeiro post: sabendo que não há ‘massagem prostática’ por exemplo num gabinete comum de massagem, estava dizendo que ele não deveria me ligar procurando pela ‘massagem prostática’ apenas em função de eu ser massagista. ;)

Esse post terá continuação. Pode consultar todos os posts sobre esse tema clicando na etiqueta massagem prostática.

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May 12th, 2008 at 12:40 am

Massagem prostática??? (2)

« Parte 1

A massagem prostática, para quem não sabe, é feita para recolher o líquido prostático com o objectivo de identificar inflamações ou infecções. Basicamente é feita uma massagem na próstata forçando o líquido prostático a passar para a uretra enquanto o urologista faz o toque rectal. Depois esse líquido é recolhido - ou colhido com a primeira urina - e analisado com microscópio para buscar os sinais de infecção ou inflamação.

Fico sem entender - na verdade até entendo, depois falo sobre isso - a razão de os aspirantes a clientes fazerem os mais variados pedidos às acompanhantes. Me pedem a massagem, ok, tenho mesmo formação em massagem, mas tenho formação em massagem porque quis ter, porque me interessei em fazer, porque achei que seria uma irresponsabilidade da minha parte fazer uma massagem sem ter conhecimentos sobre a massagem (provocando por exemplo uma tensão ou lesão quando esta não existia antes, risos). Mas achar que sou urologista só porque vejo pinto todo dia? (risos)

Esse post terá continuação. Pode consultar todos os posts sobre esse tema clicando na etiqueta massagem prostática.

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May 12th, 2008 at 12:01 am

Massagem prostática??? (1)

Ao telefone:

- Vi o teu anúncio…
- Sim… E onde?
- No site… Vi que também fazes massagem, é que eu só queria a massagem…
- Sem problema, excepto se houver alguma contra-indicação do seu médico…
- Fazes massagem, não fazes? - ele repete a pergunta como se não tivesse ouvido o que disse antes.
- Sim, tenho formação em massagem terapêutica.
- E fazes massagem prostática?
- Você está com algum problema? - pergunto com um tom preocupado.
- Não, por quê?
- Porque para a massagem prostática o que você precisa não é de uma acompanhante ou de um massagista… o que precisa é de um urologista.

Em breve trago pormenores em novos posts sobre esse assunto. Pode consultar no futuro todos os posts sobre esse tema clicando na etiqueta massagem prostática.

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May 11th, 2008 at 8:14 pm

Depois da higiene mental

Pronto, já fiz a minha higiene mental diária, já jantei e já organizei a minha agenda. Agora vou enviar os posts por e-mail para os assinantes desse blog, vou escrever um post para publicar amanhã, trabalhar num dos meus três projectos e responder e-mails.

Bom resto de Domingo para vocês…

P.S.: Acredita que depois de publicar esse post eu fui consultar o calendário para ter certeza se era mesmo Domingo?

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May 11th, 2008 at 5:21 pm

Já venho

Fui dormir perto das 8h da manhã hoje, por isso o dia não começou há muito tempo para mim. Devem ter percebido que publiquei ontem 5 posts no blog do livro - da série “Dias Incompletos” - estou cheia de assunto atrasado.

Já venho com posts novos, vou só ali e já volto. (Fazer uma higiene mental antes de começar o dia).

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May 10th, 2008 at 12:20 pm

Meu sexo - frágil - é parque de diversão

Estava aqui mexendo numas coisas… É engraçado como tudo de certa forma conta a nossa história… Estava mexendo nuns baús e encontrei uns cadernos que são lá dos tempos dos bordéis, e ali estava a parte de um verso que seria parte de um refrão de uma das minhas primeiras músicas que compus nessa época:

«Eu troco por rosas
minutos ou horas
Meu sexo
- frágil -
é parque de diversão»

O curioso é que se alguém lesse a letra dessa música nem teria toda a certeza de que falava de prostituição. “Rosas” como podem ver na capa do meu livro - assim como “orquídeas”, “pétalas” - usa-se na prostituição - em Portugal - para substituir o nome da moeda.

Apesar de eu achar o contrário - que a mulher é o sexo forte - escrevi “Meu sexo - frágil - é parque de diversão” em dois sentidos: a fragilidade enquanto (mulher) objecto (no bordel) e a fragilidade do próprio sexo, vagina (entre outros pensamentos possivelmente também me concentrava naquela que foi considerada pela maioria dos leitores como uma das partes mais fortes do meu livro, a parte da violação).

Mas apesar da tristeza e da força da letra o ritmo é alegre e mais acelerado, quase um samba.

Toco essa música apenas no violão, mas estou doida para ver como ela fica no cavaquinho.

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May 10th, 2008 at 12:09 am

Barra de Ferramentas dos espaços Amante Profissional (não é obrigatório)

Publicado na categoria: O blog, Todos os posts, Vida Virtual

Antes de tudo tenho que explicar que não é obrigatório, vai tudo continuar funcionando do “mêssjeitim”.

Bom, e na verdade criei apenas para uso próprio, mas estou disponibilizando aqui “para quem interessar possa”.

Como tenho muitos espaços na web, bem devem imaginar que não é fácil gerir todos os blogs e sites. O simples facto de adicionar um site nos favoritos… ui, depois é uma vida para achar tal site, risos.

Então criei uma barra de ferramentas… para mim. O primeiro propósito era colocar um menu com os meus blogs - para entrar neles mais rapidamente - uma caixa de pesquisa do google.pt e um notificador de novos e-mails recebidos… Pensando em disponibilizar essa barra de ferramentas também para quem quisesse adicionei uma caixa com os feeds - mostrando os títulos com links dos últimos posts publicados - e uma caixa de recados (onde é possível mandar um olá para mim, mas não envie mensagens privadas, por favor). Além disso adicionei outra funcionalidades na barra, apenas coisas úteis para usar no dia-a-dia, mas pouca coisa (lista de afazeres e bloco de notas), mas você também pode desabilitar essas funções na barra de ferramentas se quiser (Opções da Barra de Ferramentas/Componentes Predefinidos).

Sem me alongar no assunto: se quiser olhar e/ou fazer o download da barra de ferramentas do blog Amante Profissional pode fazê-lo aqui.

Se tiver dúvidas consulte a ajuda, onde inclusive há a informação sobre como desinstalar a barra de ferramentas .

No que diz respeito à sua privacidade online essa barra de ferramentas:

NÃO espiona os seus hábitos na rede;
NÃO abre pop-ups ou pop unders.
NÃO abre outras janelas em vez da página de busca.
NÃO modifica as páginas que você visita.
NÃO bloqueia a desinstalação, podendo ser removida em segundos.
NÃO cria vulnerabilidade (não facilitará a outras pessoas ou programas o acesso ao seu computador).
(etc).

P.S.: Aqui instalei no Firefox, mas também é possível instalar no Internet Explorer.

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May 9th, 2008 at 3:35 am

Agora rapidinho…

Publicado na categoria: Avisos e Recados, Todos os posts

Todo dia eu me prometo que vou escrever apenas um post, mais que isso, eu minto para mim mesma dizendo que vou escrever um único post e que esse único post será bem pequenininho - parece que eu não me conheço - e quando vejo… ui, já foi.

Mas hoje eu me prometo que não vou publicar mais nenhum post e pretendo cumprir (até porque hoje a agenda está complicada, também vou atender no sábado e terei pouco tempo para a web).

Entretanto tenho que dar apenas um recadinho rápido aos meus clientes-amigos que visitam esse blog - mais esse blog que o blog dos clientes, dado que o blog dos clientes é constituído por 90% ou mais de informação e quem é cliente-amigo já não precisa de informação (até porque a informação para os clientes-amigos nem sempre é igual à informação para os aspirantes a clientes): ainda não comecei a enviar os convites para o espaço vip, ainda não tive tempo, mas começarei assim que conseguir uma brecha.

Bom, era só. Até amanhã então, aproveitem o dia.

P.S: Tinha que ter um p.s., não tinha?

Bom, não dava para deixar para depois porque o evento é hoje. Acabei de deixar no blog do livro um convite para dois lançamentos de livros hoje aqui em Lisboa. Se puder aparecer… será bem-vindo.

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May 9th, 2008 at 3:00 am

Concorrência ao invés de amizade (3) - Final

« Parte 2

E o que acontece, quando uma pessoa se preocupa com a concorrência e não com a amizade, é uma coisa ou outra: ou ela nega a admiração - na verdade inveja - que no fundo sente e tenta reduzir essa pessoa perante as outras… ou tenta copiá-la.

Acabei de citar as qualidades das minhas colegas e/ou amigas, mas uma coisa é você seguir o exemplo de alguém, seguir um modelo quando acha correcto… outra coisa é você copiar essa pessoa em tudo com o intuito de olharem para você e não para a outra pessoa.

Eu já acho isso uma coisa doentia, já nem é inveja, mas perseguição. Além de ser uma coisa inútil, porque o sol brilha para todos.

Nem se eu estudasse tudo que a B. estudou eu teria a mesma cultura e o mesmo conhecimento que ela, nem se eu fizesse uma plástica teria o corpo da Inês Lavin, nem se eu passasse uma semana inteira no solário conseguiria aquela pele maravilhosa da Ana Carla… Mas tudo isso são características individuais delas, coisas delas, coisas que admiro nelas… e não coisas que tenho que ter para mim, até porque, se uma pessoa tem o intuito de ser admirada, se ela fica copiando as pessoas ela será admirada por aquilo que afinal não é originalmente dela. Cada um já tem as suas próprias qualidades - e defeitos - e querer o que é do outro é inclusive sinónimo de falta de amor-próprio, afinal é o mesmo que admitir que originalmente em si não há nada que possa valer a pena. É como disse, o sol brilha para todos.

A B. não disse quem é o tal clone, mas não importa… Eu já passei por essa situação - tanto nos tempos de bordel como também agora como amante profissional - e sei como é (e haja stock de sal grosso para espantar o “zói grande”, risos, risos, risos).

Já contei que tem uma acompanhante com uma tatuagem igualzinha à minha? Ta-tu-a-gem, gente, tatuagem que é uma coisa que geralmente gostamos de ter como se fosse uma marca nossa, apenas nossa, que muitas vezes está ligada a uma emoção ou a um sentimento, como forma por exemplo de registar uma parte da nossa história no nosso corpo. (Sim, tenho tatuagem, nada indiscreto, não deixo a tatuagem na foto justamente porque sei que a tatuagem é uma coisa única, uma coisa muito própria e que inclusive te identifica).

Mas isso não é nada, exactamente nada perto do que já fizeram, se eu contasse vocês ficariam de queixo caído de saber o quanto nesse mundo de acompanhantes - apesar de sim, ser possível ter amizades verdadeiras - há também tanta gente com inveja e com falta de amor-próprio.

Comigo até já aconteceu uma cena dessas com três fases: primeiro a pessoa me admirou, depois tentou me prejudicar, e a seguir, vendo que não conseguia nada com isso, passou a me copiar, risos, risos. (E mais uma vez não vai conseguir nada).

O que causa nojo é a bajulação, a falsidade. Nesse aspecto os inimigos declarados são muito mais amigos do que os falsos amigos.

É mesmo no mínimo estúpido… Há pessoas que gastam mais tempo a copiar do que gastariam sendo originais. Há pessoas que perdem tempo com a maldade ao invés de gastarem esse tempo para fazer coisas boas.

E o pior é que o comportamento é padrão - talvez os psiquiatras possam dizer que sim - porque depois de ficarem te copiando ainda escrevem: “Somos muito parecidas, somos iguaizinhas, só nós duas em Portugal, duas numa multidão!”, idêntico ao que aconteceu com a B.

E eu, que não tenho a classe da B., que inclusive tenho o defeito - um defeito que até nem desgosto tanto - de saber ser desbocada (não de forma regular mas principalmente em situações como esta que considero patéticas, não se esqueçam que fui uma menina do sexphone, risos), tenho que me segurar para não responder: “Muito parecidas? Nem no buraco do cu, né, minha filha?” Porque se o clone ainda fosse perfeito, risos… Mas geralmente é uma cópia que nem parece cópia, talvez uma tentativa de um esboço… mas com a necessidade de admiração e de atenção a pessoa te escreve, quer que você ou alguém nesse mundo de meu Deus a admire… Então a primeira coisa que você faz é rir, rir de cair e rolar no chão, e depois enfim só resta a dúvida, saber se a pessoa está tirando onda com a sua cara e te ofendendo directamente ou se essa pessoa não sabe que está te ofendendo por dizer que são parecidas.

Por isso que eu acho a vida uma coisa tão engraçada. Por vezes uma pessoa tenta te fazer chorar e ao invés de te arrancar uma lágrima te provoca uma gargalhada.

P.S.: Veja os links na parte 1 desse post.

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May 9th, 2008 at 2:31 am

Concorrência ao invés de amizade (2)

« Parte 1.

Se a concorrência - se é que há concorrência, tenho opiniões ambíguas sobre isso, mas se parar o post para filosofar esse texto vai ser cinco vezes maior - para mim fosse algo que tivesse mais valor que a amizade, jamais citaria as minhas colegas e/ou amigas aqui.

A B. tem uma classe que invejo - no bom sentido - é uma mulher com uma inteligência acima da média, talentosíssima, é criativa, dedicada, frontal.

A Ana Carla foi um presente de Deus na minha vida, uma das primeiras acompanhantes a me escrever desde que criei esse blog, tem aquela pele maravilhosa - que também invejo no bom sentido - e mais que isso, a Ana Carla tem uma energia própria, um espírito todo para cima, sinceridade, uma alegria, bem, a Ana Carla é uma pessoa que ilumina.

A Inês Lavin por exemplo, conforme cheguei a comentar com o criador do Prazer Sublime, é uma das acompanhantes com o corpo mais lindo que já vi, eu estava dizendo para ele: “Se eu pudesse escolher queria ter um corpo igual ao da Inês Lavin”…

Quando falei isso ele até pensou que eu estava falando enquanto bissexual - esse é o problema de ser bissexual, risos, o simples facto de elogiar o corpo de uma mulher pode dar a entender que sente atracção física, não admiração) mas não era mesmo nada disso, era mesmo um elogio normal e sincero, afinal uma mulher, ao contrário do que costuma acontecer com os homens, pode sim admirar o corpo de outra mulher sem haver qualquer intenção sexual. (E além disso, ao contrário do que pode ditar o fetiche de alguns, enquanto acompanhante nunca tive desejo por nenhuma outra acompanhante, assim como nunca me senti atraída por nenhuma amiga, até porque se cria um sentimento de família, sinto-as como irmãs. A razão eu não sei, mas não é algo anormal, veja só: eu faço Yoga mas como disse nunca gostei de atender professores de Yoga, aliás, nunca me senti atraída por qualquer professor de Yoga. Além disso, no que diz respeito a apreciar um corpo, não acho bonito o corpo de um yoguin ou yoguini - apesar de ser uma - assim como acho esquisitas as barrigas e ancas das dançarinas da dança do ventre - apesar de adorar a dança do ventre. Questão de gostos…)

E tudo isso que estou falando tem a ver com admiração, não inveja, uma admiração positiva pelas pessoas, por características individuais de cada uma.

Esse post terá continuação…

P.S.: Veja os links no post abaixo.

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May 9th, 2008 at 2:06 am

Concorrência ao invés de amizade

Acabei de vir do blog da minha amiga B. e li um post em que ela me convida para uma sessão fotográfica. Me sinto honrada, B! Todo mundo sabe que eu odeio tirar fotografias, que não me sinto nada confortável… mas conto nos dedos de uma única mão o número de fotógrafos para os quais gostaria de posar - ou dar trabalho para eles, risos, porque é um trabalho enorme para um fotógrafo ter uma modelo que não gosta de ficar na frente da câmera, sou igual bicho do mato, talvez por ser ainda a criança que se escondia atrás da porta ou da saia da mãe quando chegava visita em casa, eu detestava aqueles olhares, risos, aquela atenção toda, todo mundo me olhando, eu o centro de tudo, pareciam me virar do avesso com aqueles olhares, risos, risos - e entre eles se encontra a B. que faz um trabalho belíssimo. Agora não é a melhor altura por causa desses três projectos com os quais estou trabalhando, mas obrigada pelo convite, B! Aliás, tive a honra de há algum tempo atrás ter sido fotografada por um desses fotógrafos que conto nos dedos de uma mão, e foi um trabalho muito legal, nem fiquei tão tensa como é o meu hábito, nem demorou, em poucos minutos ele já tinha verdadeiras obras de arte - crédito do talento dele, não da modelo. Mas claro, não cheguei a mostrar esse trabalho aqui porque não era um trabalho para mim, nem era um trabalho para a “Paula Lee Amante Profissional”.

A propósito, nos últimos posts ela falava sobre uma “clone” - não, ela não citava o clone, até porque daria mais crédito do que poderia merecer - clone inclusive que chegou a lhe escrever dizendo o quanto são cof, cof, cooooooof (a última tosse tem som de pneumonia) “parecidas”…

Infelizmente isso acontece muito, seja no acompanhamento… ou lá no bordel, risos, as pessoas ao invés de se unirem tentam usar de artimanhas pouco honestas. No que diz respeito à web sempre tive todo o prazer de citar as minhas amigas e/ou colegas que admiro, a B. e a Ana Carla por exemplo são aquelas que me são mais próximas, mas também tenho grande respeito pela Vera Morgado e tenho todo o gosto de divulgar também aquelas que não são assim tão próximas (e que não são próximas não por falta de respeito ou bem-querer, mas por situações da vida, falta de tempo, acanhamento, etc.). Com a Alexandra Freitas, Inês Lavin, Bruna Rossi, Laly Roses ou com a Xu Lynn (estão todas no Prazer Sublime) por exemplo eu nunca troquei um único e-mail, mas isso não me impede de admirá-las ou de citá-las aqui, e como sabem eu só linko quem gosto. E quando digo “quem gosto” não quer dizer que eu seja tão selectiva porque sou uma pessoa que em geral gosta de todo mundo… mas quando não gosto, pode contar, é que o motivo é grave, risos. E se gosto assim tão fácil das pessoas - meu coração é igual coração de mãe, cabe todo mundo - é porque aceito que todos nós, enquanto seres humanos, temos defeitos e qualidades, e é dessa forma que aceito as pessoas, com defeitos e qualidades. Sou muito receptiva às amizades - às amizades verdadeiras - e se não tomo a iniciativa é por puro acanhamento, aquela coisa de não querer invadir o espaço do outro. Todas as colegas e/ou amigas que aqui citei terão certamente os seus defeitos, assim como tenho os meus, mas o problema muitas vezes está no olho de quem vê: tem quem só veja qualidades e tem quem só veja defeitos. E quanto a isso, principalmente por inveja e despeito, muita gente deixa de ganhar uma amizade verdadeira, até porque para essas pessoas uma amizade verdadeira não tem o mínimo valor.

Esse post terá continuação…

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May 8th, 2008 at 9:02 pm

…Jornal da Noite na SIC - Parte 3- Os perigos do sexo - Alguns comentários

Publicado na categoria: DST, Todos os posts

Acabou agora o Jornal. Alguns comentários:

1- Apesar de hoje se falar do assunto, devo dizer que essa informação não é secreta ou nova, ou seja, o facto de haver profissionais que cedem às relações desprotegidas não é uma informação oculta, escondida, muito pelo contrário, a informação é explícita, seja na rua, em anúncios de jornal ou em páginas web.

2- Mostraram um jornalista procurando a relação sexual sem preservativo na rua, e isso talvez possa dar a ideia de que apenas na rua - através da prostituição de rua, considerada a parte mais pobre da prostituição - que é possível encontrar as tais relações sexuais desprotegidas, o que apenas colabora com o reforço do estigma negativo da prostituição de rua. Pelo contrário, é possível encontrar a relação desprotegida tanto através da prostituição de rua como em apartamentos de convívio ou acompanhantes de luxo. Posso dizer que tenho conhecimento tanto de profissionais que cedem às relações desprotegidas por 20 … ou por 500 euros ou mais… até porque há pessoas que acham que tudo é uma questão de preço… até a própria vida.

Gostei da reportagem e da iniciativa, mas aqui fica apenas essa observação: o facto de terem pesquisado apenas a prostituição de rua, e porque a prostituição de rua é tida como “um serviço mais barato”, dá a entender que apenas pessoas com menos dinheiro - e talvez menor instrução, é o que muitos logo concluem depois - recorrem aos serviços sexuais sem preservativo ou prestam serviços sexuais sem preservativo. Quando não é assim, a situação é a mesma em classes sociais diferentes e até mesmo quando o grau de instrução é diferente. Já me solicitaram relações desprotegidas homens pobres e ricos, semi-analfabetos ou licenciados. Você até se surpreenderia se eu te dissesse - é a mais pura verdade - que um médico já me pediu para fazer relações sexuais desprotegidas com ele (e era realmente médico, isso posso assegurar).

Porque o problema - como bem disse o programa - não é falta de informação, é falta de consciência, é pensar que só vai acontecer ao outro.