É no auditório Amélia Rey Colaço, em Algés, que desde ontem Cláudia Semedo interpreta uma prostituta em “Navalha na Carne”.
Ao lado de Diogo Mesquita e Tiago Fernandes, o trio prostituta, cafetão e homossexual retratam a marginalidade e as relações de domínio e opressão.
Ainda não faço ideia de quando poderei estar lá, mas se não fosse o peso e popularidade do texto de Plínio Marcos, este depoimento da Cláudia Semedo para o Correio da Manhã já teria me convencido a assistir:
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“Por outro lado, ajudou-me a perceber que vivemos numa sociedade limitada e preconceituosa. Dizer que a vida de uma prostituta é fácil é, mais do que ignorância, crueldade.”
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A produção é da Companhia de Actores, encenação de António Terra e adaptação de texto por João Pedro Ascenso.
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Sinopse: «A peça pode ser vista como uma metáfora aos mecanismos de luta pelo poder, uma vez que as personagens, embora do mesmo extracto social, se dedicam a uma contínua disputa pelo domínio, sobre o outro. Da sedução à humilhação, da aliança provisória à ira generalizada, as personagens Vado, Neuza Sueli e Veludo nunca chegam a cogitar a possibilidade de unir forças para uma luta contra aquilo que a todos oprime e que a todos afecta. Cláudia Semedo, Diogo Mesquita e Tiago Fernandes apresentam o resultado de um extenso trabalho de pesquisa com o objectivo de encarnar estas personagens da forma mais fiel possível: uma prostituta, um chulo e o empregado homossexual da pensão em que a acção se desenrola.»
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Links e morada:
Teatro Municipal Amélia Rey Colaço
Rua Eduardo Augusto Pedroso, 16A
Telefone: 21 411 3670
- Blog Navalha na Carne
- Companhia de Actores
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Créditos: a imagem que ilustra esse post roubei do blog Navalha na Carne.


















