<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/'><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045</id><updated>2008-05-24T11:23:28.117-07:00</updated><title type='text'>Contos eróticos de uma garota de programa</title><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default'/><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/atom.xml'/><author><name>Amante Profissional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05646503743516246854</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045.post-293491272993935236</id><published>2008-03-27T14:57:00.000-07:00</published><updated>2008-04-10T16:44:18.008-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto erótico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto erótico homossexual'/><title type='text'>Quem muito espera, um dia... cansa</title><content type='html'>«Não quero mais saber de ti», disse e depois desliguei o telefone na cara dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Era a primeira vez que tomava coragem de fazer algo tão brusco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até então a nossa história era um "(não) &lt;em&gt;Vale-a-pena-ver-de-novo",&lt;/em&gt; aquela mesma &lt;em&gt;novela&lt;/em&gt;, os capítulos repetidos, o final que todo mundo ainda lembra qual foi, a única diferença de que a nossa não tinha final feliz... porque nem tinha chegado ao fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa novela era eu aqui, esperando, e ele sabe-se lá onde. Nem um telefonema ou sinal de fumaça, não ligava nem mesmo para desmarcar inventando uma desculpa, apenas sumia, dias e dias sem uma notícia, e depois aparece, semanas depois - uma vez sumiu por dois meses - como se nada tivesse acontecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, idiota, sempre a aceitá-lo de novo. Na teoria até sei, devia fazer diferente, me impor, mostrar que tenho uma vida, que não vivo à sua disposição. E naqueles dias - semanas ou meses - decoro tudo o que vou lhe dizer, e falo com as amigas, e choro mil vezes a mesma lágrima, dessa vez acabou... mas basta ele abrir a porta, nem precisa estalar os dedos já estou com ele de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes - raro, mas já aconteceu - inventa uma desculpa, e mesmo sendo esfarrapada acredito como verdade. Não finjo que acredito, apesar de no fundo saber que é mentira; acredito porque quero acreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser mentira é esta a sua verdade... e a minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois chegam as amigas, "Desculpe, mas você acreditou nisso? Ele está te enrolando...", e eu juro de pés juntos que é verdade, falo do olhar sincero dele, elas me mostram os fios soltos e eu acrescento detalhes que possam fazer com que a sua história pareça mais lógica, se calhar até penso que estão com inveja, mas jamais coloco em causa o que ele me diz, a sua mentira me conforta ao mesmo tempo que me tortura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas na maioria das vezes o Tiago nem se dá ao trabalho de dar uma explicação. E vira o jogo, "Não confia em mim? Porque se não confia, é melhor terminarmos logo o nosso relacionamento", e eu, ai como sou idiota, sinto culpa e vergonha, peço que me perdoe, tento abraçá-lo, ele vira a cara se fazendo de ofendido, então passo os dedos pelas suas costas, fico em silêncio como criança arrependida, e quando a zanga - dele - passa a gente volta a ser o que era, ou o que somos em tão pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando de novo some as ideias voltam, as desconfianças e também a culpa por desconfiar dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu sei, eu sei de tudo, mas não quero saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra vez no colo das amigas elas voltam a dizer "Esse cara não te merece, arranja outro, a fila tem que andar", mas não consigo estar com alguém com outro na cabeça, e além disso o meu ânimo para sair à procura é tanto que certamente me darão por invisível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Reinaldo conheci numa dessas andanças, mas estávamos os dois a sofrer, eu de um lado e ele de outro, por pessoas diferentes. Era perfeito em tudo, nos gestos, no olhar, na ternura, e até mais bonito que o Tiago... mas naquela época eu e ele éramos apenas a metade de outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então voltam os desabafos sobre o Tiago, confesso que o odeio, elas me dão apoio em tudo o que digo, vou repetindo os defeitos dele, o sofrimento que já me causou, a angústia. Gosto que repitam todos os defeitos que ele tem, é como se estivessem ao meu lado e a solidão fosse menor.&lt;br /&gt;...É como se tivesse razão por sentir o que sinto, se é que os sentimentos têm alguma razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Eu tenho sentimentos, seu canalha!», quantas vezes não cheguei a lhe dizer?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso repetir mil vezes que o odeio, talvez um dia me convença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outra vez decoro o que vou falar, ele no mínimo vai se sentir culpado, penso com ingenuidade... culpa é o que ele menos manifesta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando chega eu só falto lamber os seus pés, os defeitos se transformam em qualidades e tudo o que iria dizer de ruim já não é, exactamente, aquilo que antes sentia. Não minto sufocando as palavras que tantas vezes repeti para as amigas, simplesmente já não o odeio de perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entra jogando a chave sobre a mesa como quem apenas foi ali na esquina comprar um maço de cigarros quando afinal nem fuma, e de repente a pedra que pesava o meu coração derrete e evapora, como se só restasse um choro baixinho, um conforto de saber que a dor já não dói como antes, apesar de ainda estar ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que tem uma noiva, até já me mostrou a foto dela na sua carteira. Horrorosa, mocréia, tribufu. Nem é feia, admito, mas sem sal, sem graça alguma, não é dela que sinto ciúmes, mas das outras pessoas com quem ele pode estar quando some. Minhas amigas têm razão, se trai a noiva comigo, também me trai com outras pessoas... Por que deveria acreditar que seria diferente? Mas acredito, só desacreditando quando estou com raiva porque está longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas volta para os meus braços e volta a ser todo meu. E volta a ser perfeito como nunca o foi à distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sei o que ele tem ou me faz. Sei que chega em casa, joga as chaves na mesa, lembro que esteve sumido, ele não quer discutir, vai para o banho e enxuga o corpo com a minha toalha, depois abre o armário, veste um &lt;em&gt;short&lt;/em&gt;, suas pernas musculadas desfilam pela casa, pega uma maçã no cesto de frutas, parece morder com todos os dentes, mastiga e vejo os músculos da sua cara se movimentando, e é aí que me perco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente nota o meu tesão misturado com desespero, porque minhas palavras tropeçam, só consigo olhar para os músculos da sua cara, aquela boca devorando a maçã com vontade e ao mesmo tempo com desprezo, é uma maçã saborosa e também apenas mais uma maçã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então se deita na cama e liga a tv, fica a mudar os canais para ver se encontra algo, continua mastigando a maçã, põe a mão sobre o short para mudar o pénis de lugar, estica as pernas e finge que não existo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunto se quer mesmo assistir tv e ele diz que na casa da noiva há mais canais. «Mas ela não te dá o que eu te dou», penso em dizer, mas tenho medo que ele entenda como uma pergunta e resolva me contrariar. Sádico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico em silêncio, não vamos brigar por causa da televisão. «Então fique com a porra dos canais da casa da sua noiva!», é o que grito por dentro, mas o grito não sai. As chaves que ele joga na mesa quando chega são capazes de emitir maior som que a minha voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tira os olhos da tv e nem me encara de frente, sinal que também não quer discutir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerro qualquer início de discussão porque não há tempo a perder, ainda mais quando no fundo sei que desconheço quando irei tê-lo só para mim de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que sinto não é apenas tesão, mas saudade. Quero invadir o seu corpo porque é a única prova que tenho de que realmente está comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então nos beijamos e eu já me excito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Senti a sua falta", é a primeira vez que me diz algo gentil desde que chegou. Não vou discutir dizendo que só sentiu a minha falta porque era ele a estar ausente, agora não importa mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abre o zíper da minha calça e me acaricia, depois nos chupamos um ao outro e ele se põe de quatro para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é dessa vez que passa a noite comigo, pergunto se não prefere ir pela manhã, "tenho que ir", ele responde seco, veste as calças e vai embora, pergunto quando volta e ele não responde, mas eu sei, sempre volta. Ou não sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheiro o meu short que ele usou e depois o visto, quero continuar sentindo o cheiro dele no meu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O telefone toca e não é ele, mas Reinaldo, quando nos conhecemos nenhum dos dois estava bem, mas pelo menos me ouviu... Fez o convite para um copo e decido aceitar, assim distraio a cabeça e controlo a ansiedade que já sinto pelo próximo encontro com o Tiago, quando foi ainda naquela manhã que tinha ido embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser que volte no sábado, dentro de uma semana ou dois meses, ou que não volte nunca mais. Como pode ser que, quando se lembre de voltar, já não me encontre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto tempo estive possuído pela paixão que agora, ao vê-lo na rua tão magro e com a barba para fazer já não o reconheço. Disse que a noiva o deixou, e eu também, mas não vou me sentir culpado. Dessa vez não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora estou bem, melhor que nunca, mas ainda me recordo do que vivemos e choro por dentro pelo que poderia ter sido e não foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas estou muito melhor e não penso em voltar, nem se me desse agora tudo aquilo que devia ter dado na hora certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Não quero mais saber de ti», disse e depois desliguei o telefone na cara dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Ele pensou que era brincadeira mas eu nunca tinha falado tão sério. Tão sério que até me convenci, e era o que precisava para me sentir livre para o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todo o tempo pensei que era eu que precisava dele, quando ele que precisava de mim e me procurava quando sentia falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje descobri que sou e posso mais, que inclusive posso amar quem me ama, alguém que precisa de mim da mesma forma que eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A casa ficou vazia e hoje tem novos donos, assim como o meu coração. Não precisava do Tiago ou de qualquer outro homem, assim como hoje não preciso apenas do Reinaldo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... O que preciso é de amor. O que preciso é de amar sem ficar sentado numa fila de espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei de viver de mentira e agora amo e me sinto amado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentiria se dissesse que foi fácil tomar a decisão. Mentiria ainda mais se dissesse que foi fácil esquecer o Tiago, principalmente quando ele pediu para voltar, largado pela noiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Podia ser todo meu agora, bastava eu querer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Agora que estou livre já não me quer?» - ele dava a sua última cartada. «Você nunca foi livre, Tiago, nem agora.» - foi o que respondi, depois virei as costas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada melhor do que o sofrimento para nos fazer respeitar o sofrimento alheio. Reinaldo tinha sofrido, por isso me entendia tão bem. Entendia inclusive aquilo que eu negava, precisava de algo que me acordasse das minhas ilusões. Já tinha se esquecido do seu ex, mas eu ainda só falava de Tiago. E Reinaldo foi me ouvindo, paciente, dia após dia, e cada vez nos identificávamos mais. De repente eu falava menos no Tiago, assim como ele já nem tocava no nome do seu ex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Mas mesmo assim eu conhecia a minha novela, Tiago entraria pelo apartamento jogando a chave na mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinaldo trouxe uns filmes, fui buscar as pipocas no microondas e quando volto para a sala ele me empurra para a parede e me tasca um beijo na boca. Não sabia exactamente o que sentir naquela hora, mas fechei os olhos e me deixei levar pelo beijo, que era muito bom. Seu corpo encostava-se ao meu e as pipocas ficavam esparramadas pelo chão. Nada importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme na nossa frente e nós no sofá, eu sentado e ele de pé, o volume na calça jeans, o meu volume nas minhas calças. Tensão, timidez, insegurança, medo... desde que conheci Tiago nunca estive com outro homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se Tiago chegasse de repente e nos visse assim no sofá, eu sentado e ele de pé com o pénis na minha boca, ou logo depois quando ele se deitou de lado e eu por trás lhe penetrava?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive medo, perderia Tiago para sempre, mas ao mesmo tempo era excitante, Tiago chegaria e nos veria em acto de amor, um amor que nunca tinha me dado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o medo alimentaria o tesão. Não poderia ser medo de perder o Tiago se nunca o tive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinaldo gemia e eu gemia também, ele era perfeito, se entregava como se quisesse colar o meu pénis no seu ânus, e assim poderíamos ficar a vida toda, deitados no sofá assistindo um filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adormecemos naquele sofá aquela noite e na noite seguinte. Tiago afinal nem se deu conta de que tinha me perdido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligo e ele não atende, pensa que virei com cobranças por ter sumido de novo. Quando atendeu fui breve "Não quero mais saber de ti", e desliguei o telefone na cara dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O short que ele usou já tinha perdido o cheiro, porque a minha vida agora já tinha outro sabor.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/2008/03/quem-muito-espera-um-dia-cansa.html' title='Quem muito espera, um dia... cansa'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/293491272993935236'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/293491272993935236'/><author><name>Amante Profissional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05646503743516246854</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045.post-8591291651364059647</id><published>2008-03-27T05:06:00.000-07:00</published><updated>2008-03-27T05:31:38.088-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blog de uma garota de programa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='acompanhante'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escort'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='garota de programa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eróticos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexshop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='brinquedos'/><title type='text'>Meus blogs</title><content type='html'>&lt;li&gt;&lt;a href="http://amanteprofissional.com/blog" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Blog Amante Profissional&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://amanteprofissional.com/blog" target="_blank"&gt;http://amanteprofissional.com/blog&lt;/a&gt;) : Meu blog de intimidades. Actualização diária.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://olivro.alugomeucorpo.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Alugo o Meu Corpo - O Diário do livro&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://olivro.alugomeucorpo.com/" target="_blank"&gt;http://olivro.alugomeucorpo.com/&lt;/a&gt;) : Blog do livro Alugo o Meu Corpo. Notícias sobre o meu livro e sobre livros de outros autores.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://escort.amanteprofissional.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Garota de programa independente... para relacionamento sério&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; : &lt;a href="http://escort.amanteprofissional.com/" target="_blank"&gt;(http://escort.amanteprofissional.com/&lt;/a&gt;): Blog para clientes ou aspirantes a clientes-amigos.&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://brinquedos.amanteprofissional.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Brinquedos para Adultos&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://brinquedos.amanteprofissional.com/" target="_blank"&gt;http://brinquedos.amanteprofissional.com/&lt;/a&gt;) : Blog sobre sexshops.&lt;/li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Obs.:&lt;/strong&gt; Em função do grande número de visitantes nos blogs dos meus domínios amanteprofissional.com ou alugomeucorpo.com, por vezes, inesperadamente, o blog pode ficar fora do ar. Caso venha a acontecer, volte ao blog dentro de alguns dias ou acompanhe notícias através do meu Twitter: &lt;a href="http://twitter.com/acompanhante"&gt;http://twitter.com/acompanhante&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/2008/03/meus-blogs.html' title='Meus blogs'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/8591291651364059647'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/8591291651364059647'/><author><name>Amante Profissional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05646503743516246854</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045.post-5345365093594705586</id><published>2007-06-16T18:29:00.000-07:00</published><updated>2007-06-16T18:39:56.278-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alugo o meu corpo'/><title type='text'>O meu livro</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/alugomeucorpo/558200099/"&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1233/558200099_d57926b6f7_m.jpg" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Prezados amigos e visitantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interrompo a "programação habitual" desse blog para comunicar que o meu livro, «ALUGO O MEU CORPO» acaba de chegar às livrarias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«ALUGO O MEU CORPO» é um livro sobre a maçã e a pimenta, onde é relatado o quotidiano de um bordel, entre prostitutas, proxenetas e clientes de todos os tipos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais informações, visite o site oficial do livro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://alugomeucorpo.com/" target="_blank"&gt;http://alugomeucorpo.com&lt;/a&gt;.&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: No site há um blog, &lt;a href="http://olivro.alugomeucorpo.com"target="_blank"&gt;o diário do livro&lt;/a&gt;, onde são actualizadas diariamente as informações sobre o livro, assim como costumo lá colocar recados e agradecimentos aos leitores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/2007/06/o-meu-livro.html' title='O meu livro'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/5345365093594705586'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/5345365093594705586'/><author><name>Amante Profissional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05646503743516246854</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045.post-114913382716764309</id><published>2006-05-31T20:49:00.000-07:00</published><updated>2008-03-27T16:33:41.776-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto erótico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto erótico heterossexual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contos eróticos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo entre desconhecidos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor enre desconhecidos'/><title type='text'>Quando os olhares de dois desconhecidos se cruzam</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;runo S.: homem de 32 anos, divorciado desde 2004. Fernanda L.: mulher solteira, de 25 anos, que acabava de terminar mais uma relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior frustração de Bruno foi ver seu casamento ir completamente por água abaixo. O naufrágio da sua vida afectiva e das suas esperanças. Eram cinco anos de convivência, numa paixão fulminante e avassaladora. Idolatrava a esposa. Sempre esteve claro – talvez nunca tão claro como depois do divórcio - que ele era muito mais apaixonado por ela do que o contrário, mas ele acreditava que com o tempo, com o convívio, com as experiências que teriam em conjunto, ele sentiria a mesma reciprocidade amorosa por parte da esposa. Perguntar se era amado na mesma proporção era inútil, e só ajudava a demonstrar a sua insegurança. Apesar de ouvir sempre um sim – às vezes vago ou por vezes dito quase brutalmente, como quem diz «Porra, porque estás a me fazer novamente essa pergunta?» - por que sentia sempre a sensação de que aquela palavra era oca? Porque não era só a palavra oca, mas todos os momentos vividos, que, apesar do seu esforço, das boas gargalhadas que deram em conjunto ou do bom sexo que já tivessem feito, sempre pareciam superficiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior frustração de Fernanda era ver a sua lista de namorados – e consequentemente sua lista de ex-namorados - crescer, de forma assustadora. “Não é dessa vez que vai se casar” – dizia algum familiar de modo irónico e confiante, num tom que se denunciava como fosse uma das misteriosas profecias de Nostradamus. Quando não era isso, casualmente ouvia piadinhas de alguma amiga, a perguntar se o namorado de quem falava agora era o mesmo da última vez, ou se já era o próximo da concorrida fila. Fernanda não se considerava necessariamente romântica, não idealizava uma relação ao começá-la, por acreditar que tal comportamento só poderia gerar uma ilusão, e não tinha o desejo de viver uma mentira. Era o que tinha aprendido até aqui. Não queria um homem qualquer. Queria alguém especial. Se não deixava de se aventurar em novos relacionamentos, era justamente por acreditar, no fundo, em seu íntimo mais oculto e covardemente disfarçado, que este um dia chegaria. Não precisava ter nenhum cavalo branco, não queria um conto de fadas, mas justamente o contrário: algo verdadeiro, real. Que adiantava ter tantos números de homens apetecíveis e interessantes no seu telemóvel se, quando mais se sentia sozinha, não poderia contar com nenhum deles? Mas se quisesse dar uma queca, nem precisava falar duas vezes. Desejava sim, ter uma relação mais séria, duradoura, porém nunca conseguiu manter qualquer relação por mais de um ano. Não acreditava em karma, mas sua desesperança costumava fazer inclusive que ela duvidasse das suas próprias crenças pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todo o tempo, Bruno se culpava pelo término da relação. Apesar de ter feito questão de satisfazer todas as vontades da esposa, parecia claro que teria falhado em alguma parte, em alguma altura. Não conseguia lembrar-se de qualquer falha. Sempre fora uma mistura de homem romântico com homem aventureiro. Na cama gostava de inventar formas novas de explorar o corpo da esposa, e, só mesmo se ela fosse uma grande actriz que conseguiria ter fingido daquela forma. Não acreditou, entretanto, quando, no primeiro ano de casamento, num jantar romântico que ele próprio havia preparado para comemorar a data, ela informou, secamente, que queria o divórcio. Ela podia estar cansada, entediada, na TPM, ou sei lá mais o quê. O que não poderia era estar ali, tão fria e distante, pedindo o divórcio num dia que seria tão especial para os dois. Não lhe deu ouvidos, mudou de assunto, cantarolou, falou sobre a comida e sobre a disposição correcta dos talheres, mas não quis ouvi-la, qual um menino mimado que não gostava de ser contrariado. Como ela era 6 anos mais jovem que ele, achou – ou preferiu achar, porque lhe parecia mais conveniente e agradável na altura - mais sensato concluir que seria apenas uma atitude boba e infantil, que passaria logo. O que não parecia sensato era a sua esposa, depois do primeiro ano de casamento, e sem nenhum motivo concreto aparente ou verbalizado, estar a pedir-lhe o divórcio! Depois pensou que, se tivesse lhe dado ouvidos na altura, teria evitado pelo menos o facto de quatro anos mais tarde ter sido humilhado e ridicularizado com a traição. Ou pelo menos tinha sido nessa altura em que a traição foi descoberta, ou melhor, ela mesma contou-lhe, não poupando qualquer detalhe miserável e torturante no seu momento de fúria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a Fernanda não tinha esse tipo de preocupação. Nunca havia se casado, nem nunca tinha chegado tão perto. Em contrapartida suas relações sempre foram muito complicadas e complexas. Suas amigas, na maior parte casadas – porque sempre se casavam antes dela, porque sempre encontravam o tal homem certo… seria ela assim tão azarada ou estaria a procurar no lugar errado, por frequentemente se envolver com pessoas do seu meio, ou aquelas que já conhecia minimamente por uma data de anos? - diziam que ela estava sendo muito exigente com os homens. Deveria se contentar com qualquer Senhor Merdinhas, aturar desaforos e viver insatisfeita, apenas para não levar o título de mulher exigente? “Será que é verdade que sou mesmo tão exigente?” – é o que ela se perguntava, algumas vezes, enquanto se olhava no espelho, na vã tentativa de ter uma conversa com ela própria. Rafael, seu último namorado, havia lhe comprado flores e bombons. Levou-a num restaurante bem frequentado, brindaram com duas taças de vinho. Era o tipo “sedutor-romântico”, o que ela apreciava, por contrastar justamente com a sua própria falta de romantismo, que ela rotulava como “objectividade” ou “senso prático exagerado”. Ou, talvez bem no fundo do seu subconsciente, medo. Medo da entrega, medo de uma nova decepção, medo de demonstrar sentimentos e sair ferida. Uma certa noite depois de tantas outras românticas, depois de saciadas as dúvidas que tinham em relação ao outro, depois de toda a conversa mole, papo, papo, papo, e talvez sem mais nada para conversar… seria a primeira vez que ela fazia o convite para ele subir ao seu apartamento. Até então não tinha acontecido nada de tão quente na relação deles. No máximo alguns beijos cinematográficos, daqueles em que ficamos na dúvida se houve ou não língua. Como tinha terminado uma outra relação muito recentemente, quando o conheceu não quis partir logo para o sexo, pois dizia não estar preparada. Ele ainda nem tinha tocado no assunto, mas ela adiantou-se, não gostava de rodeios, e sabia que um dia esse seria o tema da conversa, ou, senão, seria a intenção clara depois de alguns toques mais picantes e insinuadores. Quando eles subiram pelo elevador e mal acabava de lhe mostrar o seu quarto – tinha mostrado a sala, a casa de banho e a cozinha, não havia mais nada para mostrar além do quarto – ele veio logo com os seus tentáculos, aquelas mãos de polvo em cima dela, agarrando, apertando suas mamas e a seguir colocando uma das mãos entre suas pernas (não exactamente nessa ordem; as mãos pareciam ter se multiplicado e com tamanha surpresa ela não conseguia nem perceber onde exactamente ia sendo tocada). Ela assustou-se. Não devia ser assim tão rápido. Ou talvez porque, na verdade, tenha achado que o seu comportamento na cama fosse idêntico ao seu comportamento no meio social. Dessa vez resolveu ceder, tirando a roupa e atirando-se com ele na cama. Tinha um pénis médio, branco, com a cabeça muito avermelhada. Ele parecia ter tanta pressa que quase se “esquecia” de colocar o preservativo. Estava montada em cima dele, e até estava a ser agradável, quando então ele gritou: “Goza pra mim, minha putinha”. Era a segunda vez que era chamada de puta. Não que fosse contra os jogos de palavras na cama, mas porque sempre lhe pegavam desprevenida. Com o José Carlos, um outro ex, talvez o número 8 ou 9 – não eram assim tantos a ponto de ter que arquivá-los por ordem alfabética - acontecera a mesma coisa. Só foi um pouco diferente, porque com o José Carlos ela não chegou a estar na cama. Ele chamou-lhe de puta justamente por esse motivo: por ela ter terminado a relação, antes mesmo de terem tido a oportunidade do sexo. Ela já havia namorado dois amigos dele – só veio a saber mais tarde que frequentavam a mesma universidade - e não entendia porque alguns homens acreditavam que, por uma mulher ter dado a cona para alguém, teria a obrigação de também dar-lhes a eles. «Minha cona não é comunitária»- praguejava em pensamento. Seu espanto na cama com o Rafael foi porque aquilo não condizia nada com o seu modo de estar, sempre cheio de romantismos. Terminou a relação no próximo encontro. Sentia-se conformada pelo facto de, algumas vezes, ter sido ela a terminar a relação. Namorou o Dênis, um rapaz todo safadinho, um ano atrás. Ele era todo tarado, nunca se importava quando as calças denunciavam seu pau duro, e ficava inclusive a brincar com o próprio nome, dizendo que Dênis rimava com Pénis. Não lhe fazia juras de amor, mas estava confiante de que era um tarado na cama. Fantasiou logo que ele seria um vulcão. Seria um homem que já chega arrancando sua roupa, que vai lambê-la toda, chamar por nomes ordinários, etc. Dessas vez iria preparada e isso era bom. Gostava de ter o controle das coisas, mesmo quando hipoteticamente seria controlada. Mas quando resolveu ir para a cama com ele – não demorou tanto dessa vez, apenas duas semanas depois de saírem, mas ela precocemente acreditava que já conhecia tudo sobre ele desde a primeira meia hora de conversa, porque as demais foram sempre semelhantes, com seus gracejos e exibições - depois de tanta publicidade, outra vez a personalidade não condizia. Ele chegou no quarto, tirou a roupa, e nem mostrou que ajudaria a desabotoar seu sutien. Ficou parada, esperando que ele tomasse alguma atitude, mas ele deitou-se. Foi ela a ter que fazer tudo: a fazer seu pau ficar em pé com o broche – aquele que sempre estava duro quando ele talvez soubesse que não iria ter sexo com ela - a sentar em cima, a balançar, a rebolar. Ele gozou, em silêncio, mas ela fingiu orgasmo. Começou a crer que as pessoas não passam de uma camuflagem, e que não expressam na personalidade o que são sexualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno por vezes era arrastado pelos amigos, que diziam que ele teria que dar uma queca rapidamente, e esquecer a ex-mulher. Fernanda isolou-se no seu apartamento, acreditando que o erro estaria nela. Ao mesmo tempo, não suportaria uma relação apenas para mostrar para os outros que alguma coisa tinha dado certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estariam os dois tão decepcionados com os seus parceiros a ponto de não desejarem mais qualquer contacto sexual? Não. Não é apenas o orgasmo que fazia falta. Este consegue-se também sozinho. Por vezes, até sem muito trabalho, bastando comprar os acessórios certos numa boa sexshop. Mas o sexo fazia falta porque o que necessitavam era do toque. Sentir que é desejado por alguém, desejar alguém. A penetração é uma consequência desse desejo arrebatador. Não é só sexo, orgasmo, desejo, mas a carência e a solidão pessoal, de sempre esperar encontrar alguém diferente, alguém que combine, que complete, e até mesmo que rime, mas nunca ridiculamente como Dénis com Pénis. Amor rima com dor, mas não era exactamente o que queriam. Sabiam que não existe amor sem dor, mas que existe dor sem amor. Entretanto, porque quando há amor com dor, parece sempre haver mais dor que amor? Por que será que a dor parece ser tão forte, e parece machucar tanto que o amor parece misturar-se com ela, até que tudo um dia seja apenas dor? «É porque ainda não é possivelmente Amor.» - conjecturavam os seus pensamentos noctívagos mais profundos, enquanto viravam-se de um lado para o outro em suas camas frias e solitárias ou quando caminhavam sem rumo na escuridão, absorvidos pela incómoda insónia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno chegou a ir para a cama com uma mulher, apresentada pelos amigos. Saiu com uma primeira, simpática à primeira vista, faladora, sensual… mas que na cama era fria como uma pedra de gelo. Tudo parecia muito mecânico e artificial nela. Talvez o seu par de peitos de silicone fosse o que ela tinha de mais verdadeiro. Com uma segunda, aspecto tímido e cara de mulher para casar, faltava diálogo. Tudo bem que era apenas sexo, não estava disposto ou preparado psicologicamente para enfrentar um novo casamento, mas precisava da conversa, pelo menos nos pequenos momentos em que não estivessem a fazer sexo. «Quer ler uma revista até que eu esteja novamente com tesão de comê-la?» - não, não seria nada muito agradável nem mesmo usual. Evitou muitas outras mulheres. A terceira – sim, apesar de relutante, houve também uma terceira - era um tanto quanto ríspida. Pagou o hotel, encheu-lhe de mimos… e também encheu-se dela, porque era uma mulher que reclamava imenso da vida, o que até lhe fez cair uma enxurrada de culpa por não ter gostado da companhia da calada. Não entendia porque estava ali metendo numa mulher, sabendo que nem ele nem ela estavam felizes – ou pelo menos realmente felizes - com a companhia um do outro, ou que talvez, longinquamente, apenas o sexo, naquele momento, lhe interessava. Talvez amanhã, nem o sexo com ela interessaria. Procuraria uma outra mulher, porque com aquela não gostava de estar. Continuava a relação sexual, mesmo sendo o prazer apenas físico, porque, afinal, não pararia o sexo depois de ter começado. Parecia contente quando ejaculou e ela pareceu ter um orgasmo – parecia fingido, mas o que isso importava, se não pretendia vê-la novamente? – e sentiu uma sensação de alívio. Mais contente ainda ficou – e saber disso fazia com que sentisse uma profunda cólera – quando ela acabou adormecendo. Quando foi que a vida se tornou assim tão supérflua? Quando foi que o seu tempo deixou de ter valor e agora era tão desperdiçado em momentos tão insignificantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado da rua, num apartamento de frente para o hotel, Fernanda, depois de ter apagado a luz e acendido uma vela, se masturbava, olhando sua própria sombra na parede. Assim que gozou, relaxando todos os seus músculos, tomou um duche e vestiu uma t-shirt, preta, e uma cueca, branca. Gostava muito de usar tons sóbrios. Pegou um cigarro e foi fumar na janela, enquanto observava pessoas a passar. Ia acompanhando cada pessoa, escolhida ao acaso, até que esta desaparecesse no fim da rua. Via casais apaixonados de todas as idades, e sentiu uma ponta de inveja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apagou o cigarro no cinzeiro e voltou para fechar a janela. Quando levantou os olhos, notou que, numa janela do hotel, mesmo em frente à sua, havia um homem em tronco nu, a olhar para o nada. Acabou não fechando a janela, ficando ali, a contemplá-lo, sem razão específica, até que aqueles olhos se encontraram com os seus. Ficaram se olhando, mas com pensamentos muito longínquos da imagem recebida pelo campo óptico. Quando perceberam que estavam se olhando fixamente, ele ainda tentou disfarçar, incomodado por ela ter notado que ele olhava para ela. Estimulada pelo constrangimento dele, ela manteve seus olhos firmes, penetrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atrás dele uma desconhecida dormia, depois do sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentiu uma excitação diferente, e pela primeira vez ela resolveu fazer uma loucura. “Desce!”- ela dizia sem pronunciar som algum, apenas fazendo um sinal com os braços e movendo os lábios. Meio sem entender, talvez hipnotizado por aqueles olhos tão penetrantes, ele disse que sim com a cabeça. Ambos entraram em busca de suas roupas e desceram. Ela já estava na portaria do hotel, aguardando. Ele ainda foi buscar a carteira e o casaco, tudo o que tinha levado para o hotel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá. – ela disse, como se fossem velhos conhecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminharam até um café, ali perto, às vezes com silêncio ou palavras muito espaçadas, ditas com calma, como se ainda estivessem a reflectir muito antes de cada palavra que seria pronunciada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desculpe, eu não sou de fazer esse tipo de coisas…&lt;br /&gt;- Ainda bem que fez. Eu vi você olhando para a rua, mas tentei disfarçar. Se você não tivesse me chamado, talvez nunca teríamos oportunidade de falar, de estar aqui agora.&lt;br /&gt;- Já reparou em quantas pessoas passam pelas nossas vidas, mas que nunca tivemos oportunidade de falar com elas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um silêncio de concordância com a cabeça. Ambos olham para o chão que vai ficando para trás a cada passo. O único som que se ouve, interrompendo aqueles pequenos espaços de silêncio, é o do pequeno salto dos sapatos da Fernanda, que pisavam com delicadeza as pedras da calçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que deve ter me apetecido sair com um desconhecido hoje… - ela riu, e agora parecia mais tímida.&lt;br /&gt;- Às vezes pensamos que conhecemos as pessoas, mas depois percebemos que elas não passam de pessoas desconhecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi ela que concordou dessa vez, silenciosamente. Ah, se ele soubesse que esse tinha sido o resumo da sua história!? Ah, se ela soubesse que esse também era o resumo da sua!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olharam-se, enquanto brincavam girando o gelo no copo de licor que pediram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gostaria de fazer amor comigo? – ela perguntou de forma calma, suave e directa, cercando seus olhos.&lt;br /&gt;- Hummm… Como? – quase engasgou, tamanha surpresa.&lt;br /&gt;- Gostaria de ir para a cama comigo? – resolveu mudar a abordagem.&lt;br /&gt;- Não sei… - seria ela um prostituta? Pensou em perguntar quanto cobrava, mas achava melhor deixar que ela falasse. Ou seria uma louca qualquer que tinha o marido em casa e queria pregar-lhe uma peça?&lt;br /&gt;- Não sabe??? Quer ou não quer? – voz meiga, voz penetrante… será um jogo de sedução? Seria ela uma mulher que quisesse se vingar de algum ex-namorado pateta, descontando sua fúria no primeiro ser do sexo masculino que encontrasse pela frente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da desconfiança, alguma coisa naquele olhar causava a sensação de estar sendo enfeitiçado. Desconhecia o motivo, mas sentia-se estranhamente à vontade para se entregar. Sabia apenas que aquela mulher estranha, que acabava de lhe fazer um convite também estranho (e surpreendente, porque tinha sido sempre ele a abordar as suas “vítimas”, e. quando não, eram os amigos que apresentavam mulheres para que ele seduzisse para o propósito sexual) causava uma grande reacção dentro dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim… Quero… Claro que quero, mas…&lt;br /&gt;- Mas?&lt;br /&gt;- Eu nem sei o seu nome.&lt;br /&gt;- Não precisa de saber… Somos dois desconhecidos… E não é o que toda a humanidade é? Não vai ser contando toda a minha vida e ouvindo a sua história que nos tornaremos pessoas mais confiáveis.&lt;br /&gt;- Você tem razão.&lt;br /&gt;- E tem mais… Eu não estou te pedindo em casamento… Eu só estou perguntando se você quer ir para a cama comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a primeira vez que estava com uma mulher que não lhe pedia nada em troca, que não lhe impunha nada, que era tão frontal e objectiva. Era a primeira vez que a abordagem partia dela, e para isso ele não tinha que ter qualquer trabalho imaginativo para convencê-la a estar na sua companhia. Era ela que pedia, ela que queria, sem conhecê-lo, sem saber nada. Não queria lembrar da mulher fria, aquela que acabava de deixar dormindo no quarto do hotel para vir ao encontro de uma desconhecida. Essa mulher misteriosa, de cabelos castanhos e olhos grandes, com uma tentadora silhueta inegável, queria-o nesse exacto momento. Não se preocuparia com o amanhã antes que este chegasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entraram no elevador e ela apertou o botão do quarto andar. Tirou as chaves de um bolso e abriu a porta, num movimento seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ter conhecido a sala por poucos segundos, entraram directo para o seu quarto, apenas iluminado por uma vela, e ficaram olhando um para o outro, em silêncio. Suas mãos e as dela pareciam ter vontade própria. Quando percebeu, já tinha despido toda a roupa dela, deixando-a nua, iluminada pela luz da vela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despiu-se com sua ajuda e manteve-se nu, na sua frente. Seus olhos se encontram, e suas bocas se tocaram num beijo intenso, como se fosse um beijo desejado desde sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodou em volta do seu corpo, beijando-lhe o pescoço e esfregando as mãos na sua cintura. Uma música tocava em suas cabeças, e seus corpos dançavam, nesse mesmo ritmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminharam até a cama, abraçados, sentindo o corpo nu e quente um do outro. Passou a mão esquerda pelo centro das costas bem delineadas dela e com a outra segurou na sua cintura, deitando-a na cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocou seu corpo em cima do dela. Estava excitadíssimo, mas queria estar ali a explorar aquele corpo, aquele momento, aquela loucura divinal. Beijou sua boca, beijou seu peito, e depois beijou sua barriga macia e sardenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltou a beijar sua boca, e tocava o seu grelinho com a mão. Seu corpo se levantava, seguindo o ritmo do seu toque. Pegou-lhe nos ombros, fazendo sinal que se deitasse de costas. A respiração dela parecia música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu rabo era macio e sedoso, e, deitando levemente por cima do seu corpo, seu pau ficava se encaixando no seu rego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viu um frasco de óleo na sua cabeceira. Encheu as mãos com aquele óleo e começou a lambuzar-lhe as costas, fazendo uma massagem delicada e depois aumentando a intensidade. Colocou seu cabelo para o lado, e também espalhou óleo no seu pescoço. Desceu as mãos pelas suas costelas, e depois subiu. Ela sentia o peso daquelas mãos deslizando pelo seu corpo. Ele desceu um pouco mais, apalpando e acariciando o seu rabo, passando óleo até no seu rego, com um dedo só, e depois passando óleo no seu cuzinho. Desceu mais, apoiando uma mão em cada perna, fazendo com que elas recebessem todo aquele óleo. Levantou seus pezinhos na altura da sua boca, e começou a beijar-lhes, lambendo alguns dedos com a ponta da língua. Depois acariciou com óleo, cada pedacinho delicado daquele pé de tamanho 36. Deitou seus pés novamente na cama. Acariciou a planta do pé, foi subindo, chegou ao joelho, subiu mais, e estava novamente no seu rabo. Acariciou seu cuzinho outra vez, e excitava-se cada vez mais observando seus pêlos se arrepiarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desceu a mão direita e colocou debaixo da sua coninha. Levantou o dedo indicador e deixou no meio do seu clitóris, e ela ficou ralando seu grelinho nele, enquanto ele lhe acariciava o rabo com a outra mão. Com braços ágeis, virou seu corpo de frente, e espalhou óleo por todo o corpo dela, excepto a cona e os seios, que deixaria por último, para seu maior prazer. Espalhou bastante óleo nas suas mãos, e pegou seus seios com suas mãos fortes, e fazia movimentos circulares. Pegou seu pau e colocou no meio deles. Ela segurava-os, e ele sentia seu pau no meio de dois seios molhados de óleo, quentes e desejosos. Desceu até sua coninha, e esteve a passar óleo por ela toda, como se estivesse a untá-la para receber seu membro. Ela respirava, seu peito se levantava, com o pulmão tão cheio de ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penetrou. Sua cona estava quente e húmida. Deitou seu corpo no seu, sentindo o mesmo óleo ir espalhando-se pelo seu próprio corpo. Seus corpos escorregadios arrepiavam, e suas mãos passeavam pelos corpos um do outro, querendo explorar cada pedaço. Ela gemeu, e ele sussurrou no seu ouvido o quanto ela era deliciosa. Meteu e deixou o pénis estar lá dentro por 3 segundos. Levantou um pouco mais e meteu novamente. O corpo dela subia e descia junto com o seu. Suas respirações aceleravam, até que então explodiram num grande orgasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitaram e dormiram depois de muito tempo de trocas cúmplices de olhares, ainda ouvindo aquela música imaginária que parecia tocar. Não se preocupou com a mulher que dormia no hotel. A diária do hotel estava paga, e não ia se preocupar com aquela noite angustiante que tivera, se agora havia tido – de forma física e até mesmo espiritual – a melhor experiência sexual da sua vida. Uma comunhão de dois corpos, e também de duas almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno concluiu que seu erro tinha sido o seu egoísmo. Ao mesmo tempo que tentava agradar a ex-esposa, no fundo esperava sempre um retorno. Esse retorno era sempre mais importante do que propriamente as sensações ou os sentimentos dela. Agora com aquela mulher, nua do lado, com a alma despida naqueles olhos transparentes, compreendia o vazio das relações descartáveis, do tempo perdido em momentos que não podiam ser reciclados. Mas se não podia voltar atrás, podia pensar no momento actual, em que o sentimento absoluto de estar completo reinava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernanda, explorando cada segundo daquele momento de êxtase, notou qual tinha sido o seu erro fatídico nas relações anteriores. Assim como quando olhava pela janela, observando pessoas e casais, esteve sempre a olhar para baixo, enquanto que, para encontrar a felicidade, bastava ter olhado para a frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://amanteprofissional.com/"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Amante Profissional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/2006/05/quando-os-olhares-de-dois.html' title='Quando os olhares de dois desconhecidos se cruzam'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/114913382716764309'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/114913382716764309'/><author><name>Amante Profissional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05646503743516246854</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045.post-114597896684663790</id><published>2006-04-25T08:28:00.000-07:00</published><updated>2008-03-27T16:37:01.422-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='masturbação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto erótico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contos eróticos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='masturbação feminina'/><title type='text'>Masturbo-me, logo existo... sexualmente</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:courier new;font-size:180%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;lgo me incomodava: o que seria o prazer? O que seria esta capacidade que algumas mulheres diziam ter de conseguir orgasmos múltiplos? Onde estaria o danado do ponto G? Escondido no armário, camuflado, ou simplesmente não existia e eu era uma anormalidade, segundo as ideias que tanto vendem hoje as revistas? Porque eu por vezes sentia sensações tão diversas com homens diferentes? Seria o pénis assim tão importante? Seria eu capaz de gozar sem o pénis? Porque eu parecia gozar com alguns homens e não com outros? Por que, conversando com algumas mulheres, as definições e opiniões pareciam diferentes, ou por que algumas tinham mais facilidades que as outras para atingir o orgasmo? Por que, por vezes, ser chupada me dava mais prazer que a penetração? Ou porque, com alguns, eu sentia mais a necessidade da penetração do que dos preliminares? E se um dia eu tivesse vontade de gozar e não tivesse um homem do meu lado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantas perguntas, tão poucas respostas sensatas. Ou respostas tão bem definidas, mas que não se encaixavam na prática. Sexo estudado cientificamente. Sexo na teoria. Sexo explicado por psicólogos de maneira tão distante e formal, como se eles também não fizessem sexo. Como se não fosse através do sexo que eles tivessem nascido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que eu decidi que só poderia haver uma coisa a fazer: descobrir o desconhecido. Melhor dizendo, masturbar-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei por acariciar o meu corpo, de cima à baixo. Qual seria a intensidade que eu gostava de ser tocada? Primeiro toques leves, depois toques mais intensos, enquanto me despia em frente ao espelho pendurado na parede. Com 4 velas aromáticas acesas, além da minha imagem à meia-luz eu também via as minhas sombras, e isto começou a me excitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desci meu corpo até os pés, sem dobrar os joelhos, e desamarrei minhas sandálias. Tirando pé por pé de dentro daquele salto que me fazia tão mais alta, joguei as sandálias para o canto da parede. As calças escorregavam, mas não tirei-as completamente. Senti o tecido a deslizar, os meus pêlos a se arrepiarem. Deslizei minhas mãos, tomando o cuidado de também ir tirando meus pesados anéis dos dedos. Fiquei de costas para o espelho, segurando um outro espelho menor na minha mão. Como eu era vista de costas? Como me viam? Quais os ângulos e movimentos que mais me favoreciam, ou que faziam que eu parecesse mais sensual? Tinha mesmo um belo rabo. Comecei ali a sentir atracção pelo meu corpo. Quase tive uma relação lésbica comigo mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pequeno espelho ficou no chão, num canto da parede, enquanto continuei a me conhecer. «Olá, muito prazer» - eu dizia-me. «Hoje você será toda minha». Não havia som como resposta. Não ouvia o meu próprio eco. Mas conseguia ler os meus lábios. Não tinha uma resposta verbal, mas os olhos que via só diziam uma coisa: «eu te desejo».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o momento ideal. Química havia entre mim e o espelho. Desabotoei cada botão da minha t-shirt. Não queria tirar tudo de uma vez. Eu queria seduzir-me. Ainda com o sutien, continuei a acariciar todo o meu corpo, e a rebolar no ritmo dos toques que eu me dava. Uma música lenta no fundo fazia com que meu corpo dançasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfiei a mão por dentro do sutien, puxando por um peito para fora. Era lindo. Comecei a tocá-lo com a intensidade que me fazia sentir prazer. Tirei o sutien. Deu vontade de chupá-los, mas o máximo que conseguia era passar a ponta da minha língua nos biquinhos dos mamilos. Então humedeci dois dedos e estive a brincar com os bicos dos meus peitos, que logo ficavam arrepiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali tinha encontrado minha primeira zona erógena. Até os pêlos do meu pescoço se arrepiavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei a cueca. Estava ali, completamente nua, completamente desejosa. Voltei a pegar no espelho menor, que deixei encostado na parede. Coloquei debaixo das minhas pernas. Coloquei em várias posições. Queria ver o que o homem via em cada posição que me fodia. Voltei a colocar o espelho no chão do canto da parede e retornei para o espelho grande pendurado. Comecei a tocar-me na frente do espelho. Movimentos horizontais ou verticais no clitóris? Notei que os movimentos horizontais me pareciam mais excitantes. Continuei a masturbar-me em frente ao espelho. O que eu sentia e pensava? Sentia que estava entregue, pensava que estava a ser fodida. Um eco dentro de mim dizia: «Caralho, eu sou mesmo muito boa!»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive vontade de ir movimentando a anca para a frente, coisa que ainda não tinha feito com ninguém durante o acto sexual. Aquilo me deu cada vez maior prazer. Comecei a sentir-me cada vez mais excitada, a cada vez que aumentava o ritmo, que quase já o fazia involuntariamente. Meus dedos faziam movimentos a correr na horizontal, de um lado ao outro do clitóris. Não era um movimento muito forte nem muito leve. Era o movimento que eu acabava de descobrir que me dava prazer. Sinto o ritmo cardíaco acelerar. Minhas pernas estão erectas, mas eu tenho vontade de curvá-las, mas não faço, porque tudo o que penso é «Quero gozar, quero gozar, quero gozar.» De repente, sinto um prazer enorme me possuir, como se um ar quente estivesse dentro de mim. Começo a me contorcer, tanto que acabo tirando os dedos do clitóris e curvo a barriga para frente. Acabava de ter, sozinha, o meu primeiro orgasmo. Acabava de recebê-lo, ao mesmo tempo que acabava de dá-lo a mim mesma. Coloco um dedo perto da minha vagina e vejo que ela está muito molhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viciei-me na masturbação, tanto que passei a praticá-la todos os dias. Como eu não tinha descoberto isto antes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei a me masturbar fazendo variações. De princípio, variando as posições. Minha segunda masturbação foi deitada na cama. Tirei a minha roupa, depois de ter tomado um banho e ter me perfumado. Preparei-me para mim. Se o fazia para os homens com quem me deitava, porque não faria por mim mesma? Coloquei um lençol de seda, que, apesar de deslizar, era delicioso ter por debaixo da pele. Passeei minhas costas pelo lençol. Virei-me de barriga para baixo e deslizei todo o meu corpo ali. Em dado momento, simulei que tinha um homem por baixo de mim, e comecei a bater com a minha cona no lençol. Os bicos do meu peito se arrepiavam toda vez que eu os passava no lençol, de leve, quase que como fosse sem querer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitei-me novamente com as costas no lençol e comecei a me tocar. Nuca, rosto, pescoço, mãos cruzadas sob o peito para tocar nos ombros, uma mão em cada peito, uma mão no peito e outra fazendo movimentos circulares na barriga, até chegar onde queria: o meu clitóris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimentei também me masturbar virada para o lençol, com o braço espremido debaixo do meu corpo, minha mão desesperada a tocar meu clitóris. Sempre sensações diferentes, mas que sempre me garantiram um novo orgasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia eu quis saber como funcionava o meu corpo por dentro quando atingia o orgasmo. Conhecia o que acontecia por fora: ritmo cardíaco acelerado, calor, contorcia o corpo, quase como se tivesse epilepsia, tremia, sentia a boca seca, enquanto a vagina parecia molhada, uma vontade desesperada de fechar as pernas. Então, enquanto com uma mão eu me masturbava, um dedo da outra mão eu enfiava na vagina. No momento do orgasmo eu senti: latejava por dentro, quase que como se fosse espremer o meu próprio dedo. Sem ter qualquer tipo de nojo de mim mesma, coloquei o dedo na minha boca: meu orgasmo era doce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também experimentei me masturbar com o meu vibrador. Tocava meu clitóris enquanto deixava o vibrador dentro de mim. Vibração ligada, uma mão ajudando a enfiar e tirar. Outra mão no clitóris, fazendo os movimentos que tanto me deliravam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quis também experimentar masturbar-me com pensamentos diferentes, daqueles que a gente não confessa para ninguém, ou aqueles que a gente só se excita enquanto fantasia, mas que não teria coragem de realizar. Pensei que estava sendo fodida de forma selvagem. N’outro dia, pensei que fazia amor, criando toda a história na minha cabeça. Em outra altura, pensei que um homem me fodia de quatro, enquanto uma mulher, deitada por baixo de mim e com a cabeça virada para as minhas pernas, lambia o meu clitóris. Fiz caras e bocas enquanto chupava o meu vibrador, enquanto imaginava que chupava um homem que estava em pé na minha frente, enquanto outro, ajoelhado no tapete de frente da cama, me chupava o clitóris. Cheguei mesmo a me masturbar de pé, pensando que eu era um homem e alguém me fazia um broche. Fodi com a fria parede do meu quarto, ralando meu corpo nela, enquanto me masturbava. Encostava e fugia da parede, mas sempre lá voltava, mais cheia de tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudei também os ambientes. Me masturbei na sala, enquanto assistia um filme erótico. Me masturbei na casa de banho, usando a velocidade da água do chuveirinho. Me masturbei dentro do metro, tomando o cuidado de colocar um grande casaco por cima das minhas pernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri que a masturbação e o sexo com alguém eram coisas paralelas, mas que mesmo assim se complementavam. Depois da masturbação, consegui conduzir um homem para que me tocasse das formas que eu gostava, ou consegui incentivá-lo a dar-me mais prazer. Consegui soltar-me mais, porque eu vi que, nas outras vezes, parecia sempre que o prazer dele era mais importante que o meu. Como não havia qualquer tipo de pressão, e conhecia bem o meu corpo, era muito mais fácil ter orgasmo com outros homens. O que não impedia que, com um egoísta ou outro, eu não conseguisse chegar ao orgasmo. Mas não me importava. Ia para a casa de banho e me masturbava, quando não me masturbava ali, à frente dele. Ensinei alguns a me masturbarem. Ensinei que, se encontrarem o ponto certo, a velocidade e intensidade certa, deveriam manter o mesmo ritmo. Senão, era o mesmo que, caso eu fosse um homem, meu pau caísse e já não conseguisse se levantar, por mais que toda a cena fosse apelativa ao tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha alturas em que ficava tão excitada que acabava sendo natural conseguir orgasmos múltiplos. As sensações continuaram a ser diversas, por vezes até mais intensas, de acordo com a forma que era tocada e explorada. Vi que o pénis era sim importante, mas não era essencial. Se não fosse importante, eu viveria de masturbação. Se fosse essencial, eu não conseguiria um orgasmo sem o pénis. Vi que o mais importante no sexo não era a penetração, mas todo aquele jogo de sedução, todo o acto de querer proporcionar prazer um ao outro, toda uma entrega, os toques, os cheiros, as sensações, o carinho, a sedução. Descobri que, se com alguns homens eu tinha sensações diferentes, era simplesmente porque a abordagem ao sexo tinha sido diferente. Ou porque havia ou faltava química. Ou porque havia mais entrega de um do que do outro. Ou porque uns conseguiam me tocar nas minhas zonas erógenas enquanto outros me tocavam em áreas em que eles acreditavam ser estas minhas zonas erógenas. Ou porque me tocavam em zonas que apenas davam prazer para eles, e não para mim. Não importa qual a razão. O importante era eu saber identificar a razão do prazer com cada tipo de parceiro. Alguns, com um simples toque, quando dado na intensidade certa ou no local certo, ou às vezes apenas um olhar provocante, fazia com que eu sentisse tesão. Enquanto com outros o processo era mais lento, porque envolve um aprendizado sobre o corpo do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação às outras mulheres, nunca pode haver uma comparação. Cada uma tem um corpo diferente, sentimentos, desejos, formas de explorá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o melhor atributo que a masturbação me conferiu foi este: como eu poderia exigir que conhecessem o meu corpo, antes de eu mesma conhecê-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://amanteprofissional.com/"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Amante Profissional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/2006/04/marturbo-me-logo-existo-sexualmente.html' title='Masturbo-me, logo existo... sexualmente'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/114597896684663790'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/114597896684663790'/><author><name>Amante Profissional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05646503743516246854</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045.post-113871104097782145</id><published>2006-01-31T00:35:00.000-08:00</published><updated>2006-01-31T04:45:28.786-08:00</updated><title type='text'>UMA AJUDINHA PROFISSIONAL: EU, MEU MARIDO... E UMA GAROTA DE PROGRAMA</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ntónio era vendedor de materiais de construção, enquanto eu trabalhava como auxiliar de escritório de uma grande construtora. Namoramos durante três anos até então decidirmos casar. Não tenho do que reclamar: temos uma boa casa, cada um de nós tem o seu carro, viajamos nas férias, gostamos de acampar de vez em quando e vamos às casas dos nossos pais uma vez por mês (no primeiro fim de semana vamos à casa dos pais dele, que fica no Norte; no terceiro fim de semana do mês vamos à casa dos meus, no Algarve. Moramos actualmente em Aveiro. Ainda bem que nós dois adoramos conduzir.). Temos uma vida organizada. Temos gostos literários parecidos. Vamos juntos à livraria e compramos dois livros. Assim que um dos dois acaba de ler o primeiro, empresta-o ao outro. Dividimos os cds pelos dois carros, e de tempos em tempos fazemos algumas trocas também. Nossos gostos musicais também são quase idênticos. Costumamos jogar ténis juntos. Nosso programa predilecto é ir no cinema nos fins-de-semana. Só numa coisa não somos nada parecidos: ele cozinha muito melhor que eu, não posso deixar de admitir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, já quase esquecia de falar da nossa vida sexual… é boa, muito boa… Está certo, eu admito… Acho que assim não conseguiria convencer nenhum pagão. Nossa vida sexual é activa – 3 vezes por semana pode considerar-se como activa, certo? – e é sempre muito bom estar com ele na cama. Confesso: nem sempre eu gozo. Talvez porque eu tenha desejos mais pervertidos e ele é tão… tão… tão… normal, é essa a palavra. Normal para o romântico, para ser mais específica. Quando tivemos a nossa primeira noite em nossa casa, depois da lua-de-mel, encontrei a cama cheia de pétalas de rosa. Gosta de beijar-me muito, acariciar-me muito, com muito carinho, com muita delicadeza. E o que eu quero é algo mais forte e intenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fui contra o romantismo, apesar de ser uma mulher muito mais ligada às coisas práticas da vida. Antes de me casar, meu frigorífico só tinha congelados, e na porta, pregados com íman, vários telefones de restaurantes e pizzarias. Gosto de receber flores, chocolates, cartões festivos, cartas românticas… qual mulher não gosta? Mas não precisava ser assim SEMPRE romântico. O acto sexual já me contentaria se, só vez ou outra pudesse ser algo diferente, mais cheio de desejo, mais vulgar, mais animal. Ah, não sei bem o que eu quero que mude no sexo. Só quero que mude de vez em quando. Só quero que ele se solte, ver que me deseja como um bicho feroz, ver que ele está com tanto tesão que não consegue se aguentar. Quero deixar de ver seu romantismo por alguns segundos e ver sua carcaça humana, aquela que toda gente tem, cheia de desejos e fantasias ocultas. Apesar do seu romantismo, sempre fico com a sensação de que ele é reprimido sexual. Preocupa-se tanto comigo na cama, quer tanto me deixar feliz… que por vezes quase se esquece dele próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca falei com ele dos meus desejos secretos. Um dia eu pedi para que ele me desse um tapa na bunda enquanto ele comia o meu cu, e ele bloqueou. (Diga-se de passagem, já foi um custo convencê-lo a comer-me o cu. Como eu via que ele nunca me propôs algo assim, uma noite dessas, tirei o pau de dentro da minha cona e meti no meu cuzinho. Ele gostou, é verdade, mas ah se não fosse a minha iniciativa!) Disse que não seria capaz de me bater. Ele é um homem tímido e reservado, mas acho que, se ele conseguisse se libertar um pouquinho, passaria a ser um leão na cama. O leão que eu desejava. Um dia disse-lhe que precisávamos de apimentar um pouco mais a nossa relação. Perguntei se ele não tinha alguma fantasia que quisesse me contar. Ele rodeou um pouco, parecia constrangido, mas depois perguntou-me se eu já havia estado com alguma mulher na cama. Eu disse que não, e era verdade. Visto que seria um constrangimento fazer uma proposta dessa para alguma das minhas amigas, ele sugeriu que contactássemos uma garota de programa. Eu nunca tinha fantasiado estar com uma mulher, mas se era para apimentar a nossa relação sexual, aquilo já seria um bom começo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuramos no jornal por meninas que atendessem casais. Ligamos para várias delas, e algumas mostravam-se constrangidas por ouvir uma voz feminina. Passei-lhe o telefone e, apesar da sua timidez, tudo pareceu mais fácil. Decidimos por uma, depois de vários telefonemas. Foi ele a tratar de tudo. Ela viria ao nosso apartamento, às 21h, e o programa seria de uma hora. Liguei-lhe escondido, pela manhã, depois que o António havia combinado o horário. Identifiquei-me e fui clara: queria algo extremamente sensual e diferente, e confessei-lhe também que seria a minha primeira vez com uma mulher, e que estava fazendo-o para agradar meu marido e apimentar nossa relação. Ela mostrou-se compreensiva, e perguntou se eu gostaria que ela levasse algemas. Eu disse que sim, sem saber bem o que ela faria com isso. O combinado era que ela atenderia a nós os dois, e o António perguntou-me se eu tinha mesmo certeza que era isso que eu queria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou cinco minutos adiantada. Disse que por hábito adiantava o relógio, pois tinha sempre o vício de chegar atrasada aos compromissos. Era baixinha, não mais de 1.60m, mas isso só percebemos depois que ela tirou suas botas de cano alto, que quase lhe colocavam na altura do António. Tinha formas bem feitas, peitos médios e firmes, ( siliconados, foi o que eu pude supor à primeira vista, mas não eram ) cintura fina. Isso nós também só notamos depois que ela tirou o seu sobretudo, e o vestido que havia por baixo deste. Usava um conjunto de sutien, cinta-liga, collants e cueca… tudo em preto. Perguntei-me logo, em silêncio, onde estaria o defunto. Será que ela achou que o problema do meu marido era assim tão grave? Ri-me por dentro. Afinal tinha que admitir que ela estava sexy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro havíamos encaminhado a menina ao quarto. O António todo educado, mas muito constrangido e nervoso. Ela começou a tirar da bolsa o que precisava: preservativos, gel lubrificante, algemas e uma venda preta. Sentou-se na cama e começou a tirar as botas, desapertando o longo fecho éclair. Depois levantou-se e tirou o sobretudo, e logo a seguir o vestido curto que trazia, mas que já denunciava as formas do seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não vão se despir? – ela perguntou, de forma muito natural, e ficamos a olhar um para o outro. – Ah, já vi que são tímidos… Quer que eu os ajude? Qual dos dois querem ser despidos por mim primeiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhou-nos, e como não teve resposta, veio directo a mim. Achei educado da parte dela, porque, em outros casos, se eu fosse uma mulher exageradamente ciumenta, acharia que ela estaria se atirando ao meu marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi levantando a minha t-shirt, sem tirar os olhos de dentro dos meus. Depois segurou no fecho da minha calça, com força, e, segurando também com a outra mão no meu cinto, foi empurrando-me para trás, até minhas costas baterem na parede. Fiquei ali, imóvel, sentindo a parede fria nas minhas costas. Senti que ela abria meu fecho, bem devagar, e ia descendo minhas calças com cuidado, abaixando-se também até o chão, ajudando-me a arrancar as calças das pernas. Depois levantou-se, devagar, ralando seus peitos pelas minhas pernas, minha cona, minha barriga, e até seus seios encontrarem-se com os meus, e seus olhos me penetrarem firme e fortemente, como que um cacete entre minhas pernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- És muito bonita. – ela disse-me.&lt;br /&gt;Virou-se de costas para mim, eu ainda encostada na parede, encostando seu rabo na minha cona, e pediu, com uma voz sedutora, que eu desapertasse-lhe o sutien.&lt;br /&gt;- Agora vem cá… - ela curvou o dedo, depois chamando o meu marido. Ele primeiro olhou pra mim, e eu fiz um sim com os olhos. Ela tirou o resto do sutien e ficou com os biquinhos dos seios apontados para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou a desabotoar-lhe todos os botões e a jogar sua camisa para um canto qualquer. Desapertou-lhe o cinto. “Pode tocar-me” – ela disse-me, virando o pescoço para mim. Coloquei minha mão nos seus seios macios, com leveza. Ela tirou a mão da calça do meu marido e colocou sob as minhas, mostrando como deveria acariciar seus seios, com um pouco mais de intensidade e fazendo movimentos circulares. Ela levantou um pouco a cabeça e vi que olhava dentro dos olhos do António. Começou a rebolar na minha frente, bem colada ao meu corpo, enquanto eu tocava-lhe nas mamas. Pegou na minha mão direita e colocou no pénis do meu marido. Estava duro, mesmo por cima da calça, e ela já tinha percebido. Voltei a minha mão ao peito dela, incentivada pelo tesão do António. Ela começou a desapertar-lhe os botões das calças, mas ele preferiu tirá-las sozinho, sentando-se na cama e nos observando. Tirou a sua cueca enquanto eu lhe acariciava as mamas. Depois virou-se para mim e tirou minha cueca com os dentes. Aquele frio da parede nas minhas costas parecia me deixar mais excitada. Ele ainda não tinha tirado a cueca. Ela olhou maliciosamente para ele e voltou-se para mim. Pegou nas minhas mamas e colocou na sua boca, e ficava saboreando os biquinhos do meu peito. Trocava olhares comigo e com o meu marido. Ele tirou a cueca, e estava mesmo rijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Algeme-a na cama! – ela ordenou, com uma voz menos meiga e mais decidida do que quando havia chegado.&lt;br /&gt;Ele ficou parado, atónito.&lt;br /&gt;- Algeme-a agora ou eu pego o meu chicote na bolsa! – a voz dela agora era firme, quase rude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui algemada por ele, enquanto ela colocava uma venda nos meus olhos. Ela começou a passar instruções para ele quase em silêncio, para que eu não soubesse o que se ia passar. Senti várias mãos percorrerem o meu corpo. Duas mãos eram fortes, mas tocavam de leve. Outra mão era leve, e tocava com mais intensidade. Sabia quais eram as mãos do meu marido e quais eram as dela. Possivelmente instruído por ela, ele começou a aumentar a intensidade. Ouvi-a dizer baixinho: “Toque-a que ela não vai te morder. Ela está amarrada, está te desejando, e tudo o que você tem a fazer agora é mostrar-lhe o quanto também a deseja. Faça-a sentir o seu desejo mais profundo!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns instantes depois, as mãos pararam. Senti duas pessoas se aproximarem do meu lado, e meus dois seios foram chupados ao mesmo tempo. Sentia a barba dele, feita pela manhã de um lado, e a pele lisa dela do outro. Não sei definir qual era a melhor sensação, mas sei que as duas eram muito boas. Talvez seja justamente a diferença de sensações que começou a me deixar ainda mais excitada. Ela mudou a maneira que chupava meus peitos, começando a lambê-los, como se fosse um cachorrinho. Senti ele fazer o mesmo. Eu já começava a tentar levantar a minha cona e minhas pernas balançavam, pois estava amarrada e nada podia fazer. Não via nada, e aquilo me deixava em ponto de bala. Em certos momentos tive uma sensação de desespero. Queria chupa-los aos dois, tocá-los, pedir para que o meu marido penetrasse. Mas tudo até aí estava tão bom, que achei que seria interessante deixá-la continuar a conduzir. O mistério, não saber o que viria a seguir, também me fascinavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senti o meu marido deixar o meu peito. Onde estaria ele? Será que agora ela me torturaria, fazendo eu ouvi-la a foder com o meu marido? Mas não… Senti uma pessoa entrando por entre as minhas pernas. Era o meu marido, que vinha chupar-me a cona… Ela continuava chupando o meu peito, e acariciava o outro com as mãos. Depois abandonou-os, e foi chupar o meu grelinho, fazendo companhia ao meu marido nos meus “países baixos”. Foi muito excitante ter duas línguas a chupar-me. Eu contraía cada vez mais minha cona, já quase a gozar. De repente senti o colchão afundar-se um pouco. Eram os joelhos do António, cada um de um lado das minhas ancas. Ele meteu-me, sentado em cima de mim. Me deu um beijo na boca, e senti uma mão passar debaixo do nosso beijo, para os meus peitos. Era ela. Ele parou de me beijar e concentrou-se na penetração. Ela estava agora chupando as minhas orelhas. Senti o vapor vindo da sua boca, a sua língua gelada… arrepiei-me de tesão. A seguir sinto algo doce na minha boca: era o seio dela. Ela devia estar bem com as mamas por cima de mim. Comecei a chupá-las, da mesma maneira que ela me chupou. Meu marido parecia cada vez mais excitado. Não estava ali apenas o meu marido, mas o meu macho, a cavalgar com o seu cacete dentro da minha cona enquanto eu chupava os seios de uma mulher. Depois ela sumiu, e senti meu marido aumentar o ritmo. Ela apareceu novamente, mexendo nas minhas pernas. Senti sua mão subir, subir, até que um dedo entrou no meu cu e dei um uivo de prazer. A seguir ela colocou o segundo dedo, metendo mais forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi um zumbido. Era ela a cochichar-lhe. Meu marido começou a gritar, a dizer palavrões, a chamar-me nomes, a dizer que a minha cona era deliciosa, coisa que ele nunca fizera antes durante o sexo. Era justamente o que eu queria, o meu marido estava se libertando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela enfiou outro dedo no meu cu, o terceiro, e ficou metendo, como um macho devorador e faminto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Me dá esse seu cu guloso! – ela dizia.&lt;br /&gt;- Ai, que bom, uiiiiiiiii… Ai que delícia… Continua… - eu sussurrava.&lt;br /&gt;- Puta que pariu… Que foda boa… caraaaaaaaalho… eu vou esporrar… - ele gritava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi que não ia mais me segurar, e ele disse-me que também ia gozar. Ele aumentou os movimentos. Ela tirou o dedo do meu cu quando minhas pernas começaram a tremer. Gritei de tesão quando atingi o orgasmo. Ele uivou. Senti seu pénis começar a latejar dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senti que alguém tirava as vendas dos meus olhos: era ela. Meu marido ainda estava em cima de mim. Foi até ele, segurou no seu pau que estava dentro de mim e colocou-o para fora, fazendo respingar as últimas gotas de porra em cima da minha barriga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estávamos com um sorriso aberto de contentamento e começamos a nos beijar. Ele tirava-me as algemas para que eu pudesse abraçá-lo. Ela deixou-nos a sós, recolhendo suas coisas e levando para a casa de banho. Depois de longos beijos com o meu marido, fui atrás dela, porque eu estava toda suja de porra. Ela acabava de sair do duche, e estava se enxugando com a minha toalha. “Como correu?” – ela perguntou. “Incrível” – foi o que eu respondi, perguntando-a se ela tinha mesmo um chicote naquela bolsa tão pequenina. Ela me disse que tinha blefado, para ele poder ter mais iniciativa. Tomei um duche rápido e vesti um roupão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos até o quarto para ela se despedir do meu marido. Ele ainda estava nu. Cumprimentaram-se com dois beijos na face, e ele agradeceu. Levei-a até a porta da sala, mas antes dela ir embora eu fiz-lhe uma proposta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Espera, vem cá. – E abri a minha carteira que estava na gaveta da estante. – Te dou mais cinquenta por cento daquilo que já te damos mais cedo para você me contar o que realmente se passou que deixou meu marido tão louco. - Eu compreendia que, por eu estar vendada, era natural que meu marido se libertasse, porque afinal sou a mulher que ele ama, e portanto, poderia sentir-se constrangido com o meu olhar. Mas havia mais qualquer coisa ali.&lt;br /&gt;- Se contar, perco minha clientela…&lt;br /&gt;- Te pago o dobro…&lt;br /&gt;Ela olhou para o dinheiro na minha mão e aceitou. O que ela me contou a seguir mudou completamente nossa vida sexual, para muito melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Não era para eu te contar… Mas fica sendo um segredinho nosso, entre mulheres, está bem?&lt;br /&gt;Disse que “Está bem”, quase sem pronunciar bem as palavras, de tanta excitação e curiosidade, depois de entregar-lhe o dinheiro.&lt;br /&gt;- Ok… Sabe aquela hora em que seu marido te comia, sentado no teu colo, e eu comecei a meter os dedos no teu cu?&lt;br /&gt;- Sim, lembro, e daí?&lt;br /&gt;- Dois dedos da minha outra mão estavam dentro do cu dele!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://amanteprofissional.com"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Amante Profissional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/2006/01/uma-ajudinha-profissional-eu-meu.html' title='UMA AJUDINHA PROFISSIONAL: EU, MEU MARIDO... E UMA GAROTA DE PROGRAMA'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/113871104097782145'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/113871104097782145'/><author><name>Amante Profissional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05646503743516246854</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045.post-113614357274275032</id><published>2006-01-01T11:25:00.000-08:00</published><updated>2006-01-01T12:34:58.676-08:00</updated><title type='text'>AGUARDE...</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Em breve, novos contos eróticos. Feliz 2006!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://amanteprofissional.com"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Amante Profissional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/2006/01/aguarde.html' title='AGUARDE...'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/113614357274275032'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/113614357274275032'/><author><name>Amante Profissional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05646503743516246854</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045.post-113614154163855817</id><published>2005-11-10T10:51:00.000-08:00</published><updated>2006-01-01T12:35:43.726-08:00</updated><title type='text'>GOSTO DOS TÍMIDOS</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:180%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ada me excita mais do que um homem tímido. Desde a escola era assim. Os tímidos eram caçoados pelos outros homens, mais espertos e aventureiros. Certa vez o Artur, um rapazito muito tímido, o mais inteligente da classe, de óculos de grau e sempre cabisbaixo, era humilhado por esses rapazes, que diziam que ele seria gay. Jogavam os seus livros no chão, e pressionavam para que ele confessasse sua homossexualidade. Ele mal pronunciava as palavras, de tanto que tremia e gaguejava. Cheguei e pus-me no meio da conversa, para saber o que acontecia. Logo me olharam, pois todos eles me desejavam, sem nunca ter conseguido nada comigo. Mas eu não lhes dei atenção. Fui até o Artur e dei-lhe um grande beijo na boca, e depois disse: “Adorei a nossa noite de ontem. Estou ansiosa para repeti-la”. Desde então ganharam respeito pelo Artur. O Artur veio agradecer-me pela mentirinha, e viramos grandes amigos. Até tive vontade de ir para a cama com ele, mas a nossa amizade havia virado algo mais importante que o tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os garanhões estão literalmente riscados da minha lista. Já estive com alguns, mas sempre me decepcionaram. Fazem todo aquele jogo de sedução, mas depois, quando acham que já me têm, esquecem de todas as boas maneiras iniciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu gosto é de seduzir, e não de ser seduzida. Não vou à caça dos meus homens nos lugares mais badalados, como as discotecas, festas ou na praia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas presas geralmente frequentam bibliotecas, livrarias, sarais de poesia, ou se escondem com um nick suspeito na Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Gabriel eu conheci num ambiente em que eu não esperava conhecer ninguém razoavelmente interessante. Foi numa discoteca. Possivelmente levaram-no amarrado. Eu observava de longe, sentada no bar. Ele parecia ser diferente de todos os outros. Até parecia tentar agradar, mas não se encaixava no ambiente. Levaram-no para a pista, mas ele não sabia dançar, e voltou para a mesa quando notou que estaria sendo ridículo. Olhava muitas vezes para o relógio. Dois dos seus amigos voltaram para a mesa com mais duas miúdas. Beijavam-nas e apalpavam-lhes os rabos, na sua frente, e eu via que ele ficava constrangido. Três dos outros rapazes ainda estavam na pista de dança, à caça. Um deles aproximou-se de mim, e começou a lançar conversa. Qual o seu nome? Sua idade? Onde moras? Vens sempre aqui?... Ele bombardeou-me de perguntas, até dizer que eu era muito gira e que gostaria de me dar uns beijos. “Na verdade…” – eu comecei. “Estou interessada num amigo seu.” Ele ficou parado, chocado, e quis logo perguntar qual deles. “Daqui a pouco vou até a sua mesa e te mostro.” – eu disse. Ele foi para a pista, e começou a falar com os amigos e a apontar para mim. Todos foram para a mesa. Acabei de beber o meu drink. Levantei-me e fui até lá. Sentei-me do lado do menino tímido e disse, abraçando minha mão no seu ombro: “É esse que eu quero.” Vi várias bocas abrirem na minha frente. Convidei-o para beber no balcão comigo. Ele ficou confuso, mas foi, talvez porque qualquer coisa seria melhor do que estar junto daquele montão de marmanjos, que só queriam intimidá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por que você me chamou aqui? – ele perguntou-me depois de um longo silêncio.&lt;br /&gt;- Porque gostei de ti.&lt;br /&gt;- Foi meus amigos que te pediram para me pregar uma peça, não foi? Pois se foi…&lt;br /&gt;- Ei… - eu interrompi. – Seus amigos não têm nada a ver com isso. Nem os conheço, nem quero conhecer. Gostei de ti, e é você que eu quero.&lt;br /&gt;- Mas por quê? – ele corou.&lt;br /&gt;- Porque só gosto de homens tímidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele deu um gole no whisky fazendo careta. Tinha 26 anos, mas não parecia nada experiente. Todo aquele ambiente parecia contrastar com a sua postura reservada, quase acanhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música mudava, e só víamos pessoas a balançar a cabeça no meio da pista. Alguns já bêbados, pareciam tocar guitarras e baterias invisíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos sair daqui. – eu disse-lhe.&lt;br /&gt;- Para onde?&lt;br /&gt;- Importa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levei-o para a minha casa. Sentei-me no sofá e indiquei que se sentasse, e estive a observar o seu silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descalcei as botas, e estive a brincar com os meus pés nas suas pernas. Ele parecia tremer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tens medo de mim?&lt;br /&gt;- Não, não é isso.&lt;br /&gt;- Então é o quê?&lt;br /&gt;- Na verdade… nunca imaginei que estaria com uma mulher como você.&lt;br /&gt;- Então não imagina nada… Deixa acontecer…&lt;br /&gt;- Não sei o que fazer.&lt;br /&gt;- Não precisa… Deixa que eu faço tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentei-me no seu colo. Tirei minha roupa de cima e fiquei com meus dois seios nus, bem à frente dos seus olhos. Parecia que ele estaria vendo uns seios, ao vivo, pela primeira vez na vida. Peguei nas suas mãos e coloquei em cima deles, devagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vês? Pode tocar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele tocava, apertava, como se experimentasse pela primeira vez, como se fosse comprovar que eles eram mesmo reais. Meus biquinhos rosados ficavam excitados, como se estivessem com frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Também podes colocá-los na sua boca… - eu sugeri, já chegando os meus peitos bem perto dos seus lábios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele chupou, como um bezerro desmamado. Eu tirava uma mama e colocava a outra, bem devagarinho. Ele foi ganhando o jeito, e chupando uma enquanto acariciava a outra com a mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senti o seu cacete crescer, bem debaixo da minha cona. Minha xota parecia ferver, de tanto desejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei sua camisa. e encostei meus seios, rijos, quentes e molhados pela sua saliva, no seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gostas? – perguntei.&lt;br /&gt;- Muito. – ele respondeu, quase a gaguejar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desencostei-me e saí do seu colo. Abaixei e tirei seus sapatos. Continuei de joelhos e abri o zíper da sua calça. Senti suas pernas contraírem. Deixei que ele continuasse de calça, mas coloquei o seu pau para fora. Senti que ele tinha vergonha de expor o seu membro para uma quase desconhecida, e eu disse para que não tivesse medo, pois seria muito bom. Acariciei seu pau com as minhas mãos, ágeis e delicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abandonei seu mastro, e sentei bem ao seu lado no sofá, lançando-lhe um olhar sedutor, ameaçador, traiçoeiro e misterioso. Tirei a meia calça, e depois, bem devagar, fui arrancando minha cueca. Continuei com a saia. Sentei em cima do seu instrumento, sem meter, apenas para que ele sentisse o calor da minha cona. Depois virei de posição, sentando com o rabo no seu pénis, deixando-o bem no meio do meu rego, e deitando minhas costas no seu tronco nu. Peguei nas suas mãos e coloquei novamente nos meus seios. Estive a rebolar por cima dele, seguindo os movimentos circulares das suas mãos. Coloquei uma das suas mãos na minha cona, por baixo da saia, para que ele sentisse com os dedos o que sentiria com o pénis, metido dentro dela, alguns minutos depois. Enfiei um dedinho dele na minha coninha, e ele conseguiu notar o quanto já estava molhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei seu dedinho e levantei-me novamente. Nesse instante ele já se sentia um bonequinho, que não sabia o que eu faria a seguir. Pus-me de joelhos, e coloquei o seu pirilau na minha boca. Coloquei-o todo lá dentro, e ia subindo e descendo. Ele começou a gemer. Parei o broche, começando a dar beijinhos no seu cacete, e a lambê-lo com a ponta da língua. Passei a língua nas laterais e depois enfiei-o todo na minha boca, novamente, num golpe de misericórdia. Levantei-me e abri o zíper da minha saia, deixando-a cair. Arranquei-lhe as calças e os boxers. Peguei um preservativo na minha bolsa, e ensinei-o a colocar. Sentei no seu colo, mirando o seu pau no meu buraquinho. Fui descendo bem devagar, de modo a sentir cada centímetro a entrar. “Vamos brincar de elevador…” – eu disse, marota. Quando eu cheguei no fundo, ele gemeu. Continuei rebolando, subindo e descendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está bom? – perguntei.&lt;br /&gt;- Muito. Muito.&lt;br /&gt;- O que sentes?&lt;br /&gt;- É quente. Húmida. Apertada.&lt;br /&gt;- Gostas de me foder?&lt;br /&gt;- Gosto, gosto muito. É muito bom…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suspiramos, gememos, e depois que eu gritei, ele se sentiu à vontade para gritar também. Aumentei o ritmo. Ele começou a abrir as pernas e a pular com o rabo no sofá. Joguei minhas costas para trás, apoiando minhas mãos na mesinha de centro. Ele meteu mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Goza comigo… - eu disse.&lt;br /&gt;- Estou quase…&lt;br /&gt;- Continua… continua… continua…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele gozou. Senti o preservativo encher-se dentro de mim, e seu pau a latejar. Suas pernas tremiam. Ele parecia até soluçar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu… eu era virgem. – ele disse.&lt;br /&gt;- Eu sei. – respondi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraçamo-nos, suados, e ficamos a dar longos e demorados beijos na boca. Aurorizei que se vestisse e disse que já poderia ir embora, mas, quem saía por aquela porta, agora, não era o mesmo homem que entrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://amanteprofissional.com"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Amante Profissional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;color:#333333;"&gt;Publicado originalmente no blog &lt;/span&gt;&lt;a href="http://4-paredes.blogspot.com/2005/11/gosto-dos-tmidos.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;color:#333333;"&gt;4Paredes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/2005/11/gosto-dos-tmidos.html' title='GOSTO DOS TÍMIDOS'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/113614154163855817'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/113614154163855817'/><author><name>Amante Profissional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05646503743516246854</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045.post-113613959611273516</id><published>2005-09-28T10:19:00.000-07:00</published><updated>2006-01-01T12:36:29.593-08:00</updated><title type='text'>A GRAVIDEZ MAIS IMPOSSÍVEL DO MUNDO</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:180%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;riscila tinha o meu caralho de 23cm entalado no seu cu, e gritava histericamente. Ela gosta de extravasar os seus desejos, e grita muito durante o sexo. É do tipo que fica louca com um bom palavrão, o quanto mais cabeludo possível. Outra característica dela é a constante apreciação por fetiches. Algumas semanas atrás costumava se vestir de empregadinha para mim. Usava aquele uniforme básico, e trazia um espanador de pó para que eu o enfiasse no seu rabo. “Não prefere o meu caralho?” – perguntei. “Não agora…” – ela disse. “Primeiro eu quero que você tire todas as pregas do meu cu com o cabo do espanador de pó.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usava uma cueca fio dental quando eu entrava pela porta do seu apartamento. Estava com o cabelo preto, liso e volumoso, amarrado no topo da cabeça, destacando as grandes argolas prateadas que carregava penduradas nas orelhas. Tinha os seios, grandes e fartos, todos à mostra por baixo de uma t-shirt justa, preta, num tecido completamente transparente. “Quantos ml de silicone tens aí?” – eu disse para irritá-la, o que fez com que ela soltasse metade dos palavrões que conhecia para cima de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos parar com essa conversa porque eu sei o que você quer. E o que você quer eu tenho aqui…&lt;br /&gt;- Ai… me mostre que eu quero ver…- ela disse com aquela sua voz melosa e enjoativa, quase irritante. Rebolou ao caminhar até o sofá da sala e pediu que eu mostrasse o meu cacete.&lt;br /&gt;- Ele é mesmo grande, não acha?&lt;br /&gt;- Nooooooooooooooossa…É mesmo escandaloso! – ela disse abrindo bastante a boca e gesticulando com as mãos. Suas unhas eram grandes e pintadas de vermelho. Seus olhos pareciam ainda maiores com aquela maquiagem exagerada.&lt;br /&gt;- Então… Eu penso que você não vai aguentar com ele.&lt;br /&gt;- Não sei… Você sabe que eu sou virgem! – ela afirmou convicta. Outro fetiche que ela tinha era de ser uma menina virgem. Sempre vinha com aquela história de virgindade, como se eu e outras pessoas do meu trabalho já não tivéssemos comido o cu dela antes. – Quantos centímetros tem?&lt;br /&gt;- 23, conferidos na fita métrica… Nem um centímetro a mais, nem um centímetro a menos…&lt;br /&gt;- Nossa, que caralho mais gostoso… Posso chupá-lo para comprovar? – ela dava uma de santa.&lt;br /&gt;- Depende… Só se você enfiá-lo todo nessa boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela enfiou a boca no meu caralho, e fazia “hummm… hummm” enquanto o chupava. Chupava a cabeça do pau, fazendo movimentos circulares com a língua, e depois descia, enfiando o máximo que podia na sua boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cuidado para não engasgar, sua vadia! – eu adverti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei o pau da sua boca. Coloquei-a de pé, tirando sua roupa com brutalidade, e instruí para que colocasse o seu pé direito apoiado no braço do sofá e suas mãos apoiadas no encosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas vai devagarinho, que eu sou virgem!&lt;br /&gt;- Devagarinho é o caralho… Eu quero meter essa porra toda dentro desse seu cu.&lt;br /&gt;- Ai… ai… devagar, tá doendo!&lt;br /&gt;- Tá doendo nada, sua piranha! Eu sei que você gosta dele dentro do seu cu!&lt;br /&gt;- Aaaaaaaai… Aaaaaaaai.&lt;br /&gt;- Pode gritar, sua vagabunda… Grita que eu fico com muito mais tesão!&lt;br /&gt;- Aiiiiiiiii, puta que pariu! Filho da puta, que caralhão você tem!&lt;br /&gt;- Tá doendo? Vai dizer que quer que eu pare? – parei o movimento, deixando ainda meu pau dentro do cu dela.&lt;br /&gt;- Não, não, continua! – ela ordenou!&lt;br /&gt;- Então rebola gostoso, minha puta. Rebola esse rabo empinado no meu caralho… Engole o meu caralho com a boca do seu cu… Quero foder-te até encontrar uma luz no fim do seu túnel.&lt;br /&gt;- Nossa, que piroca gostosa… Estoca tudo dentro de mim, vai! Mete esse pirocão no meu cu! Arregaça todas as pregas dele! – meti com força, puxando-a pela cintura.&lt;br /&gt;- Fode cuzão, fode! – e aumentei a velocidade.&lt;br /&gt;- Puta que pariu, puta que pariu, pu-ta-que-pa-riuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu! – ela gritou, gozando como uma louca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Priscila era uma cliente antiga lá no meu trabalho. Já fodeu com todas as pessoas lá, mas depois que me conheceu, só procura por mim. É sempre ela a me procurar. A única pessoa que não tinha fodido com ela era o meu chefe, mas ele já tinha assistido algumas vezes. Muitas vezes ele me chamava, dizendo que a Priscila estava me procurando. “Priscila, a Rainha do Deserto?” – eu perguntava com sarcasmo, com aquele sorrisinho no canto da boca. “Ela mesmo.” – ele respondia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fodi com ela mais umas tantas vezes, sempre seguindo as suas fantasias, e até mesmo os seus delírios. Até que um dia ela ligou-me a dizer que estava grávida… de mim! Como grávida de mim? Isso é praticamente impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrei-me que nunca usamos camisinhas. Lembrei-me também que ela já tinha fodido com todas as pessoas do meu trabalho. Em hipótese nenhuma o filho é meu. Não estou querendo fugir à minha responsabilidade. Quando digo que é impossível, é porque é m-e-s-m-o impossível, e desafio quem quer que seja para que prove que o filho é meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois meses depois eu andava com o meu chefe por uma avenida, de frente à praia, e foi ele a apontar-me: “Está vendo ali? É a Priscila!” Olhei imediatamente. Ela estava andando pela rua, com aquele seu rebolado exagerado, empinando a bunda e com as mãos acariciando a barriga. Tinha uma barriga grande, arredondada, talvez uma barriga já de uns quatro ou cinco meses. “Vai lá que o filho é teu!” – meu chefe falava, rindo-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas até ele sabia o quanto essa gravidez é impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito bem, eu vou explicar. Pra começo de conversa, eu só comia o cu da Priscila, e nunca vi nenhuma mulher engravidar tomando no cu. Em segundo lugar, você até pode ter pensado que eu sou um homem, mas não sou… Eu sou uma mulher. Não tenho pénis, obviamente. Sempre comi a Priscila com um vibrador. Era ela que escolhia o tamanho do vibrador que queria que eu lhe entalasse no rabo, e sempre tinha preferência pelos maiores. Às vezes era ela mesma a dizer-me que tinha um vibrador em casa, do tamanho que queria. Em terceiro lugar, a Priscila não é uma mulher, mas um travesti. E pra finalizar, o mais importante: nessa época eu trabalhava nas linhas eróticas, e tudo o que se passou entre a gente foi apenas pelo telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhar nas linhas eróticas requer que você entre na história, independente da fantasia que a pessoa tenha. O que relatei acima foi de acordo com as descrições que ela me dava, e da forma que eu dava seguimento ao atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única parte desse texto que não aconteceu pelo telefone foi aquela em que eu e meu chefe andávamos na rua e avistamos a Priscila. Ele já a conhecia. Desde que ele montou o telesexo que ela era cliente antiga, de todas as meninas. Um dia ela respondeu ao anúncio de jornal, fingindo ser uma mulher que queria trabalhar no telesexo, e foi para a entrevista, mas o meu chefe já havia reconhecido sua voz. Ela confessou que na verdade não queria o emprego, mas que tinha ido até lá com o intuito de ver as caras das meninas que a atendiam pelo telefone. O que ela não conseguiu, porque uma das regras do telesexo é a de que os clientes não podem nos ver, para não acabar com a fantasia que geramos e manipulamos através do tom da nossa voz. Aprendemos a lidar com todo o tipo de fantasia – até as que psicologicamente poderíamos repudiar – e há sempre o perigo de o cliente confundir a atendente que foi treinada para aquele trabalho com a pessoa que ela realmente é, com fantasias e desejos próprios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estamos iniciando no atendimento telefónico e somos inexperientes, temos uma pessoa por trás a instruir-nos. Algumas vezes essa pessoa foi o meu chefe, e por isso eu disse que ele já nos assistiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Priscila ficou para a história, com sua barriga falsa. “Nosso filho” já deve estar hoje com 5 anos. Foi a primeira vez que eu, mulher, engravidei um travesti, pelo cu, com vibrador e pelo telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://amanteprofissional.com"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Amante Profissional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;color:#333333;"&gt;Publicado originalmente no blog &lt;/span&gt;&lt;a href="http://4-paredes.blogspot.com/2005/09/gravidez-mais-impossvel-do-mundo.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;color:#333333;"&gt;4Paredes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/2005/09/gravidez-mais-impossvel-do-mundo.html' title='A GRAVIDEZ MAIS IMPOSSÍVEL DO MUNDO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/113613959611273516'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/113613959611273516'/><author><name>Amante Profissional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05646503743516246854</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045.post-113613931260398753</id><published>2005-09-16T10:14:00.000-07:00</published><updated>2006-01-01T12:36:53.556-08:00</updated><title type='text'>MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA LÉSBICA</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:180%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;J&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;á havia tido fantasias – secretas, e nunca contadas a ninguém – com mulheres. Essas fantasias são muito mais frequentes quando eu me masturbo. Deito-me na cama com as pernas abertas, e começo a tocar no meu grelinho. Com a outra mão acaricio o meu seio, e viajo nas minhas imaginações secretas. Começo a imaginar que uma mulher está ali na minha frente, chupando todo o meu clitóris, e meu gozo é fácil e intenso. Também já cultivei a fantasia de estar numa piscina, num dia de sol, com várias mulheres. E que de repente todas começavam a colocar-se em top-less, e depois umas começavam a beijar às outras e a chupá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca havia pensado em realizar tais fantasias. Achava que uma experiência lésbica seria algo íntimo, só meu, apenas no imaginário, utilizado para quando quisesse dar uma boa gozada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já fui cantada por algumas mulheres, mas nenhuma delas me agradava. Uma era demasiado gorda, e a outra era demasiado masculina. Descobri que, apesar de não ser muito exigente em relação aos homens com quem dormia, com as mulheres acontecia completamente ao contrário: ela devia ser bela e sedutora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frequentei algumas casas gls, com um amigo gay. Ele ficou beijando na boca de um homem lindo e musculado que encontrou por lá, e eu fiquei sozinha no meu canto. Também me excito ao ver um homem beijando outro, apesar de não utilizar esse pensamento para ficar excitada enquanto me masturbo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci algumas mulheres, também nada interessantes. Uma tinha idade para ser minha mãe, e minha mente bloqueou. Foi então que conheci a Priscila, mais ou menos jeitosinha, um pouquinho machão demais para o meu gosto, mas mesmo assim era mais feminina do que aquelas que eu tinha encontrado por lá. Ela quis saber o motivo de eu querer uma mulher mais feminina, já que eu já era assim. Eu respondi: “Não me leve a mal, por favor. Mas se for para sair com uma mulher fantasiada de homem, prefiro estar com um homem de verdade.” Contei que tinha fantasias com outras mulheres, mas que não sabia se já estaria preparada. Trocamos números de telefone, e um dia marcamos de sair. Ela levou-me num bar gls. “Aqui a gente até pode se beijar, se quiser.” – ela disse me olhando nos olhos. Mas eu bloqueei e não consegui. Pedi desculpas e nunca mais nos encontramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando já nem mais imaginava que algo do género iria acontecer novamente, conheci a Sandra, no ginásio onde faço musculação. Ela é completamente feminina, tem o cabelo escuro, geralmente amarrado, cintura fina, bumbum empinado, peitos ligeiramente médios. Fazíamos o mesmo programa de pesos, então um dia ela puxou conversa. Nada demais… Apenas falamos sobre os programas que estávamos fazendo, sobre os horários que costumávamos ir, nada mais profundo que isso. Eu nunca tinha encontrado ela antes por lá, e ela dizia que frequentava o ginásio já tinha um ano, mas que costumava ir mais tarde, para a aula de localizada, e depois ficava para a musculação, até quase na hora do ginásio fechar. Eu disse-lhe que apenas ia às 19h, pois era tempo suficiente de sair do trabalho, arrumar algumas coisas em casa e ir malhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se foi propositadamente que ela mudou de horário, mas eu sei que comecei a vê-la todos os dias, e conversávamos sempre animadamente. Depois íamos para o duche. Uma das portas do duche tinha problemas, e as outras estavam ocupadas. Sem qualquer tipo de pudor, despi-me e tomei banho, e notei que ela me observava. Mas podia ser apenas alguma coisa da minha cabeça, então nem fiquei pensando muito naquilo. Ela ficou esperando eu acabar o meu banho, porque também queria tomar seu duche ali. Pediu que eu esperasse, que ela me dava boleia para casa. Ela despiu-se e seu corpo bem feito ficou ali, nu, na minha frente. Ela ensaboava-se toda, e ficava esparramando espuma por toda a cona, de forma exagerada. “Empresta-me seu condicionador?” – ela pediu, e, quando entreguei o frasco, ela acariciou as suas mãos molhadas do banho nas minhas. Ficou me olhando de forma insinuadora, mas ao mesmo tempo muito natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ela me deixou em casa, fomos nos despedir e seu beijo tocou no canto da minha boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de então, era sempre a mesma coisa, todos os dias. Talvez por eu ter falado tanto dos namorados que eu havia tido, ela nunca tinha tomado qualquer iniciativa clara, e eu até pensei que talvez fosse mesmo ilusão da minha cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas semanas depois era o show da Madonna, em Lisboa. Como duas fanáticas, decidíamos que não poderíamos perder. Foi uma dificuldade conseguir os ingressos, mas ela depois ligou-me, dizendo que tinha conseguido os últimos dois, e que então iríamos. Mas depois eu disse-lhe que talvez seria melhor ela convidar uma outra pessoa, porque ficaria muito tarde depois para voltar. “Não tem problema.” – ela disse. “Eu estou com as chaves do apartamento do meu irmão, que é lá em Lisboa. Ele está na França agora, e deixou-me o apartamento, para que eu tentasse arrendá-lo, mas eu primeiro tenho que trazer umas coisas pessoais dele que ainda lá estão. Fazemos assim: dormimos no apartamento dele e voltamos depois do almoço, tudo bem?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava lotado, o que fez com que ficássemos muito encostadas uma na outra. Sua pele era macia e bem cuidada. Saímos de lá abraçadas, a cantarolar “Like a Virgin”. “Essa mulher é o máximo, não é? Com uma idade daquelas, e ainda tão cheia de energia!” – ela me dizia, e eu concordava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paramos para beber num barzinho, mas ela não bebeu muito, pois iria conduzir, e depois fomos para o tal apartamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava escuro e frio, mas era um apartamento simpático. Encaminhou-me até o quarto do irmão. Era um quarto de homem comum e solteiro, um pouco desorganizado e com um calendário de mulher pelada na parede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que já nos divertimos imenso essa noite. É melhor irmos dormir… - ela disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitei-me na cama, e ela perguntou: “Vais dormir assim?” Eu disse que sim, pois havia me esquecido de levar roupa de dormir, mas que não havia problema, pois tanto a blusa que eu vestia, quanto a calça, eram de um tecido confortável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, não vais não. Acho que ainda deve ter algumas coisas do meu irmão aqui. – foi até o armário, que ficava do outro lado da cama, e puxou por uma camisola e jogou-a na minha direcção. – Deve ficar larga, mas é ainda melhor que dormir desse jeito que você está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei os sapatos e a calça, e vi seu rosto inclinar-se para a minha cuequinha branca, de renda. Não deu para fingir que eu notei o seu olhar, e ela então desviou: “Onde compraste essa cueca? É tão gira!!! Quero comprar umas iguais.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei a minha blusa e ela viu os meus seios, maiores que o dela, dentro do sutiã. Por um impulso inconsciente, virei de costas para tirá-lo, como se ela nunca tivesse me visto nua no banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu vestia aquela camisola, ela arrumava a cama, esticando os lençóis e depois indo buscar um grande edredon. Apesar de ter ligado o aquecimento, o quarto ainda não estava quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber que íamos ter que dividir a mesma cama deixava-me um tanto excitada. Mas eu não poderia fazer nada, a não ser que fosse ela a tomar a iniciativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitei-me de lado, de costas para ela. Dei-lhe boa noite e fingi que estava dormindo. Senti que ela se mexia muito na cama. De repente ouço-a perguntar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Carla, está acordada?&lt;br /&gt;Pensei em fingir que estava dormindo, mas acabei por responder com voz de sono:&lt;br /&gt;- Sim, estou…&lt;br /&gt;- É que eu não estou habituada a dormir com roupa, mesmo sendo essa camisola do meu irmão. É que eu sempre dormi nua. Será que você se importa se eu tirar a roupa?&lt;br /&gt;- Não, claro que não… Fique à vontade… - Tremi por dentro, mas brinquei para não demonstrar meu constrangimento: - Faça de conta que você está na sua própria casa…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi ela se levantar, e vi o vulto da camisola que ela tinha jogado para algures do chão do quarto. Não vi se tinha tirado a cueca, pois estava de costas. Mas já devia ter tirado… Nossa, e agora? Ela em poucos instantes estaria nua, bem do meu lado… Quando ela levantou o edredon, senti um arrepio, que não era apenas de frio. Ela deitou-se, e eu parecia sentir, mesmo à distância, o calor do seu corpo que exalava até ao meu. Tentei não me mexer, mas a verdade era que já não conseguia dormir. Ela não se mexeu muito, e ficou quieta depois de ter me desejado boa noite. Sentia que ela estava atrás de mim, e que não estava com a cabeça virada para o outro lado, e que até talvez estivesse me observando, mas não virei para constatar. Ainda pensei em dar uma viradela, como quem não quer nada, mas não o fiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passaram muitos minutos. Talvez mais de uma hora. Eu continuava quieta. Fingia que dormia. Ela também estava quieta, e não se movia muito. Senti de repente que ela mexia no meu cabelo, muito de leve, como que para não me acordar. Fiquei ali sentindo aquela sensação gostosa, aquela excitação, sem mover um só músculo. Mas não aguentei ficar de estátua por muito tempo e, por descuido, acabei me movendo um pouco. Senti sua mão sair do meu cabelo. Ela parecia ter se virado de barriga para cima. Passados mais alguns minutos ela virou-se para mim, e aproximou-se um pouquinho mais. Passou a sua perna direita por cima da minha, e viu que eu não me movia. Depois passou a sua mão por cima dos meus braços, até encontrar os meus seios, por cima da camisola. Todo o seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem com os bicos rijos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilhão de excitação parecia estar dentro de mim, como se meu sangue circulasse em grande velocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dei um longo suspiro, como quem está a ter um sonho muito bom, e ela tirou a perna e a mão de mim. Virei o meu corpo para ela, com os olhos fechados, mas depois virei para o outro lado novamente, de forma a deixar o meu corpo um pouco menos distante do seu. Senti que ela apoiava o cotovelo esquerdo no travesseiro, e começou, de forma mais cómoda, a mexer no meu cabelo novamente. Puxou uns fios que estavam dentro da camisola. Depois pegou em todo o meu cabelo e segurou-o, deixando minha nuca visível. Senti o calor da sua boca aproximar-se no meu pescoço, e depois senti um beijo leve. Arrepiei-me, e isso não dava para eu controlar. Ela deve ter percebido, e então começou a dar-me mais beijos no pescoço, agora já mais intensos. Virei-me para ela, e fiz uma cara de surpresa. Ela olhou-me constrangida, mas não viu reprovação no meu olhar. Sem qualquer palavra, nossas bocas se aproximaram, e nos beijamos. Sua boca era gostosa, sua pele parecia seda, e o beijo era intenso, como se nossas bocas combinassem. Ela passou a mão pela minha cintura e ajudou-me a tirar a camisola. Tirei também a cueca, e estávamos as duas nuas. Nos beijámos cada vez mais encostadas, e nunca tinha sentido que um peito poderia ser tão quente. Nossos seios se encostavam, e só aquela sensação já me dava imenso prazer. Ela desceu a língua pelo meu pescoço, até encontrar o meu peito, e ficou chupando, durante um bom tempo, enquanto acariciava o outro com sua mão lisa. Era delicioso sentir sua língua nos biquinhos das minhas mamas, sentir sua boca toda a mamá-lo. Não era arranhada por nenhuma barba, e sua pele era tão delicada que a sensação de prazer era imensa. Demorou bastante tempo, chupando meus dois seios. Depois desceu a língua, deslizando pelo meu corpo, e parou no meu umbigo. Ficou lambendo meu umbigo, e beijando minha barriga… Então ela desceu mais um pouco. Delicadamente, passou a ponta da língua no meu clitóris, e ficou fazendo movimentos muito curtos, passando a língua levemente, de cima para baixo. Depois começou a chupar toda a minha cona, e foi aumentando a intensidade, como se quisesse colocá-la toda na sua boca. Eu estava cada vez mais excitada, e ficava levantando as ancas, fazendo meu clitóris encontrar sua boca. Ela enfiou a língua na minha cona, e delirei de prazer. Depois ela veio com um dedo e começou a meter na minha cona, enquanto sua língua continuava a acariciar meu clitóris. Logo a seguir meteu outro dedo. Comecei a dançar com aqueles dois dedos dela dentro de mim, seguindo movimentos cada vez mais velozes, até quando não resisti e gozei. Seu sorriso era de contentamento. Deitou-se ao meu lado e continuamos a nos beijar. Beijei-lhe também os seios, demoradamente. Mamei-os de forma intensa e meiga. Fiz um sinal para que ela viesse por cima de mim, de forma a ficar com as pernas abertas por cima da minha boca. Ela encostou-se na beirada da cama e aproximou sua cona da minha boca. Comecei a apenas deixar a língua levantada, enquanto ela ia rebolando a cona, de forma que a minha língua fosse encostando no seu grelo. Depois ela abaixou-se um pouco, e pude chupá-la deliciosamente. Eu ia colocar um dedinho, mas ela puxou a minha mão, como sinal de que não seria necessário. Começou a masturbar-se, tocando o seu dedinho no seu clitóris, enquanto eu ficava lambendo o buraquinho da sua rata. Sentou com a cona bem em cima da minha boca, e eu proporcionei-lhe uma grande lambidela. Começou a suspirar, e a rebolar cada vez mais rápido. Soltou um grito, e senti o seu melzinho descer pela minha boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitamos de frente e dormimos abraçadas, nuas e satisfeitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://amanteprofissional.com"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Amante Profissional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;color:#333333;"&gt;Publicado originalmente no blog &lt;/span&gt;&lt;a href="http://4-paredes.blogspot.com/2005/09/minha-primeira-experincia-lsbica.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;color:#333333;"&gt;4Paredes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/2005/09/minha-primeira-experincia-lsbica.html' title='MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA LÉSBICA'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amanteprofissional.com/contoseroticos/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/113613931260398753'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20110045/posts/default/113613931260398753'/><author><name>Amante Profissional</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05646503743516246854</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20110045.post-113613898210133709</id><published>2005-09-06T10:08:00.000-07:00</published><updated>2006-01-01T12:37:15.503-08:00</updated><title type='text'>MEU PÉNIS DE PLÁSTICO</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:180%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;o último sábado eu e o Rui comemoramos 15 anos de casamento. Eu só percebo, mais nitidamente, o quanto o tempo passa, quando vejo a nossa filha, que já tem 13 anos, crescendo e ganhando formas de mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu e o Rui nos casamos quando eu tinha 22, então já podem calcular a minha idade. Namorei muitos rapazes antes dele. Casei-me porque o Rui foi o primeiro homem a me fazer descobrir coisas novas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo, nossa relação desgastou-se um pouco, mas sexualmente sempre manteve-se activa. O Rui considera-se um “pervertido sexual”, e não define isso como um defeito. Acha que o sexo foi feito para ser desfrutado, e não para ser entendido ou debatido em congressos de intelectuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele foi o primeiro – e único – a comer meu cu. Gostei tanto que estou com ele até hoje. É de certeza o que ele mais gosta de fazer; e eu também. Não que eu tenha ficado com qualquer um que tivesse comido o meu cu, mas porque o Rui fez-me perceber que eu também tinha direito ao orgasmo, e que o sexo deveria ser uma experiência que também me desse prazer. Se alguma coisa não agradava a um dos dois, então tentaríamos outra. O mais delirante nisso tudo era que com o Rui a nossa vida sexual nunca virava rotina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Costumávamos namorar no meio das árvores, numa rua quase deserta, perto da casa que meus pais haviam construído numa aldeia. Lembro de um dia em que ele encostou-me numa árvore, abaixou minha cueca, e meteu. Tão simples como isso: sem rodeios, sem jogos de palavras, sem jantares e rosas frescas. Foi deliciosa a sensação, pois era o sexo puro e desejado. Tentei gemer baixinho, com medo que alguém aparecesse. Mas o medo fazia parte. Às vezes eu via as luzes dos carros a passar, e por impulso eu abaixava-me. Ele metia as mãos por dentro do meu sutiã e ficava apertando meus seios. Outra vez fomos para um parque, onde ele dizia ser muito seguro para estarmos à noite. Mas quando estacionamos, vimos outros carros também parados. Pensei que seriam carros abandonados, e só depois notei o quanto fui estúpida e ingénua. Os carros balançavam, como se fossem colchões macios a suportar grande peso. Os carros dançavam e uivavam, como se fizessem parte do desejo que as suas portas trancavam. Como se o carro fosse um voyer, que presenciava um sexo tórrido, quente… e espremido. Andamos pela mata, ele segurando a minha mão por causa da escuridão, para que eu não tropeçasse em algo. Paramos perto de uma árvore, e já estávamos excitados mesmo antes de lá chegar. Mas quando nos preparávamos, ouvimos um barulho. Depois outro. E mais outro. Parecia uma sinfonia. Na verdade, muita gente estava ali, com o mesmo intuito que o nosso. “Vamos embora daqui.” – eu segredei no ouvido do Rui. “Não, vamos ficar… Vai ser até mais emocionante.” – ele disse. E foi. Nossos uivos e gemidos se misturavam com os das outras pessoas, e foi muito excitante trepar sabendo que muita gente também trepava ali perto. O Rui sempre gostou de me levar para lugares assim. Ele diz que é um sujeito ecológico, que adora fazer amor com a natureza. Na praia? Foram diversas vezes que também trepamos por lá, com ou sem companhia de uivos iguais, e até dentro da água também já fizemos amor. Já cheguei em casa com o cu todo sujo de areia e de sal, mas com a cona toda doce em função do orgasmo que havia tido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rui é um homem inovador, mas só não tolera uma coisa: “Paneleirices”, é essa a expressão que ele utiliza. Ele quase chega a ser homofóbico nesse sentido. Basta ver um gay a menos de 10m de distância para ele soltar alguma piada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é muito impulsivo, e por vezes não escolhe as palavras, nem o momento certo para dizê-las. Basta eu engordar dois kilos, que ele é o primeiro a notar, e a dizer que eu deveria fazer uma dieta. Entendo suas palavras como carinho, como preocupação que tem comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco antes de ter a minha filha, fizemos amor no quartinho dela. Seria a última vez que foderíamos ali antes que ela chegasse. E seria a última vez que ele foderia uma grávida, pelo menos enquanto não decidíssemos ter outro filho. Coloquei-me de quatro e fiz anal, porque era mais prático com o tamanho da minha barriga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar dos anos, fui dedicando o meu tempo mais à minha filha do que a ele. Ele notou, obviamente. Mas eu não tinha notado, até ele ter chamado a minha atenção para esse facto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rui sempre gostou de sair com os amigos, fazer programas só de homens, como ir à caça ou ao futebol, e nunca fui uma pedra no seu caminho nesse sentido. Os amigos dele eram sempre muito simpáticos e divertidos. Mas nos últimos anos eu tinha notado algo de estranho. Ele já não chegava à casa nos mesmos horários que antigamente, e sempre que eu ligava dizia estar com algum conhecido. Chegou a passar o telemóvel para o amigo, certa vez, para que eu confirmasse que estava com ele. Vasculhei os bolsos, para ver se encontrava algum papel, algum bilhete, algum número de telefone. Peguei seu telefone e verifiquei as últimas chamadas recebidas. Nenhum número de mulher. Teria apagado, propositadamente? Vi as chamadas efectuadas. Um número de mulher. Mas era o da minha mãe, e era eu que tinha feito a chamada pelo telefone dele, porque o meu estava sem saldo. Olhei nas mensagens. Nada de suspeito. Apenas uma mensagem do Gonçalo, que dizia: “Então, Rabo de Aço? Vais à caça no fim do mês?”. Achei estranha aquela expressão, Rabo de Aço, mas deve ser alguma brincadeirinha entre eles. Não há quem não observe que meu marido tem um rabo duro, e, cá entre nós, bonito e vistoso. Vasculhei sua camisa, para ver se havia alguma marca de batom. Cheirei-a. Não era esse o perfume do Rui. Era de facto um perfume muito forte, mas não era o dele. Fui tomar-lhe satisfações. Ele disse que eu estava histérica, paranóica, neurótica. “A gente passa por vários lugares e pega o odor desses lugares. Isso parece-te perfume de mulher?” – perguntou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversamos muito nesse último mês. Chegamos à conclusão que nos amamos e que deveríamos voltar à nossa vidinha, como era antes. Numa noite dessas deixei a minha filha na casa da minha mãe, e saímos sem rumo. “Quero fazer-te uma surpresa” – ele disse. Levou-me até a primeira árvore onde trepamos no início do nosso namoro. Senti-me jovem e revigorada novamente. Gozei como não gozava desde então. Depois de ter comido a minha cona, virou-me e deixou-me com as mãos apoiadas numa árvore. Então penetrou o meu cu e foi metendo, até eu ter o meu segundo orgasmo. Dessa vez eu já gritava sem pudores, pois se o sexo fazia parte da nossa natureza, eu estaria no lugar ideal para expressar meus desejos. Gritei apoiando minhas mãos no tronco da árvore e, se ela tivesse mãos, possivelmente se masturbaria com os meus uivos. Era como se eu sentisse a energia daquela árvore a entrar pelo meu corpo e, através do meu corpo, essa mesma energia passasse para o corpo do Rui. Através dos seus pés, o Rui transmitia toda essa energia para o resto da natureza, e assim estávamos todos em comunhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rui achou que ainda precisaríamos de incrementar algo mais. Perguntou se eu nunca havia tido fantasia de ter outro homem na cama. “Você já me basta.” – eu disse espontaneamente, e não entendi se a reacção que via nos seus olhos era de felicidade ou descontentamento. “Pensei que deveríamos ter algum acessório, para melhor te satisfazer…” – ele começou. Pensei logo em algemas, mas ele completou: “Um vibrador. Não pensas em ter um?” Quis logo saber o que ele pensava fazer com o vibrador, e ele disse que seria interessante ter a minha primeira experiência de dupla penetração. “Mas eu não vou conseguir ir num sex shop comprar uma coisa dessas… E se encontro algum conhecido?” Ele disse que eu não me preocupasse, pois já existiam sites pela Internet que vendiam esses acessórios de forma discreta, e que nem precisava sair de casa, pois chegaria pelo correio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos um bom par de horas juntos na Internet, eu sentada no seu colo enquanto ele mudava as páginas e seguia os links dos vibradores que mais interessavam. “Que tal esse preto?” – ele perguntou. Eu queria um pénis mais parecido com o dele, não tão grande, mais para o médio. Escolhemos um, e ele disse que depois faria a encomenda. Ele ficou excitado de ver tantos artigos eróticos, e resolvemos fazer amor ali mesmo, naquela cadeira, enquanto a miúda estava na casa de uma amiguinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fizemos amor pela manhã, no dia do nosso aniversário de casamento. A noite seria muito agitada, pois tínhamos reservado um restaurante onde comemoraríamos a data com os nossos amigos. Dei-lhe um bom relógio de presente. Ele sussurrou no meu ouvido: “O meu presente espera-te em casa”, o que deixou nossos amigos um tanto curiosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não via a hora de chegar em casa para saber qual era a tal surpresa. Ele abriu o armário do quarto e tirou de lá uma caixa, embrulhada com um papel estampado com rosas vermelhas. Abri aquele grande laço, e, já eufórica, rasguei o papel de presente. Era… o vibrador! Ele ficou a me mostrar os movimentos que o pénis de plástico fazia depois que colocávamos as pilhas. “Vamos testá-lo?” – fui eu a sugerir dessa vez. Ele logo ficou empolgado, tirando a minha roupa e despindo-se. Primeiro chupou-me toda a cona, lambendo bastante o meu clitóris, e com cuidado metia um dedo na minha vagina e o outro no meu cu. “Está a gostar? Calcula a excitação maior que vai ter depois?” Eu já estava a delirar com seus dedos, e tive que me segurar para não gozar já ali. “Pára um pouco…” – eu tive que pedir, de tanto tesão que sentia. Ele parou por uns segundos, e seu pau manteve-se rijo. Me colocou de quatro e começou a meter na minha cona. Eu rebolava em cima do caralho dele, já à espera do outro, no meu rabo. Ouvi o click do botãozinho do vibrador, e comecei a ouvir aquele barulhinho. Estava ligado. Passou saliva no meu ânus com o dedo, e depois foi aproximando o vibrador, quase que a acariciar, fazendo movimentos circulares. Meteu a cabeça, e depois foi metendo o resto. Contraí a minha cona instantaneamente, espremendo seu pau dentro de mim. Comecei a rebolar de forma mais intensa, espremendo o rabo para dentro e para fora, e seguindo seu movimento. Gozei e ele gozou também. Repetimos essa experiência durante muitos dias, e o meu pénis de plástico foi o nosso companheiro de noitadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui levar a minha filha para passar o fim-de-semana na casa dos meus pais, e disse que passaria a tarde por lá. O Rui não quis ir, porque assistiria uma partida de futebol no canal a cabo, com o Gonçalo. Resolvi voltar um pouco mais cedo, para fazer uma surpresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abro a porta sem querer fazer barulho, e vou caminhando pelo corredor na ponta dos pés e despindo a roupa, que ia deixando pelo caminho. Ouvi um barulho estranho que vinha justamente do quarto. Cheguei com o ouvido na porta. Era o Rui, a uivar, como fazia quando estava trepando. Estaria a tocar uma punheta… ou teria uma mulher com ele, na nossa cama de casal? Abri a porta com cuidado, e choquei-me. Um filme passava no vídeo. O lençol estava completamente desarrumado e tinha várias roupas espalhadas pelo chão. O Rui segurava o nosso vibrador, bem penetrado no seu cu e, na sua frente, estava o Gonçalo, a ser penetrado por ele, meio curvado de costas, com uma das mãos apoiada num travesseiro, e a outra a tocar uma punheta. Fiquei ali, nua, parada, sem dizer nada ou ter reacção alguma. Eles estavam de costas, e não me perceberam ali. Só notaram a minha presença quando eu acendi a luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo caiu.&lt;br /&gt;Separei-me do Rui. E não foi por descobrir que ele era bissexual, ou talvez um homossexual com medo de assumir, que apenas tinha relações de fachada comigo, para provar sua suposta masculinidade, mas por descobrir que vivia com um estranho. Eu libertei-me a todas as fantasias que ele propôs, mas nunca tinha libertado as suas comigo. Dizia ter nojo de homem, e estava ali agarrado a um. Dizia que tinha me dado o vibrador para eu ter prazer, e quem tinha prazer agora, com o meu pénis de plástico, era ele. Descobri que o pénis de plástico era muito mais honesto comigo. Não sei se não teria me separado do Rui da mesma form